Desempenho da economia baiana é apresentado na Seplan

16/09/2007

Os produtos químicos e petroquímicos representaram 20% das exportações baianas no ano de 2006, seguido de petróleo e derivados (16%) e metalúrgicos (15%). Os dados integram o panorama do desempenho da economia baiana em 2006, apresentado hoje (31) ao secretário do Planejamento, Ronald Lobato, pelo diretor-geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Geraldo Reis, e técnicos do órgão.


Em 2006, as exportações no estado cresceram 13%, enquanto as importações tiveram um incremento de 35% em relação a 2005. Já em relação ao emprego formal, houve um aumento de 3% entre janeiro e novembro do ano passado, sendo que na Região Metropolitana de Salvador (RMS) os setores que mais empregaram foram: serviços de produção (32%), serviços pessoais (27%), comércio (16%), indústria de transformação (98%) e serviços domésticos (9%).


O Produto Interno Bruto (PIB) baiano também foi analisado em comparação com os dados nacionais. Em 2005, a taxa de crescimento do PIB baiano foi de 5% e o brasileiro de 2,3%. Em 2006, entretanto, os índices quase se igualaram: o PIB da Bahia ficou no patamar de 3,0% frente a 2,8% do Brasil.


O PIB Municipal, por sua vez, aponta que os dez maiores municípios da Bahia concentram quase 60% do PIB do estado, enquanto os dez menores não alcançam sequer 1% do total. “O plano do governo do Estado tem como uma das suas principais metas promover o desenvolvimento social e, com isso, reduzir as desigualdades”, observou o secretário do Planejamento.


O municípios com maior PIB são: Camaçari (182%), Salvador (16,3%), São Francisco do Conde (10,6%), Feira de Santana (3%) e Simões Filho (2,5%). Os municípios menores são: Irajuba (0,02%), Nova Itarana (0,02%), Tanquinho (0,02%), Cravolândia (0,01%) e Ibiquera (0,01%).