Aberto o Congresso Brasileiro das Associações Comerciais e Empresariais

06/11/2008

A importância do fortalecimento das microempresas e da economia regional para enfrentar a concorrência do mundo globalizado, mesmo diante de crises internacionais, foi o tema principal dos discursos na solenidade de abertura do 18° Congresso Brasileiro da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais.


O evento, que teve início nesta quinta-feira (6) e vai até sexta-feira (7), em Porto Seguro, no sul do estado, reúne aproximadamente 900 micro e pequenos empresários de todo o país.


O vice-governador Edmundo Pereira representou o governador Jaques Wagner na cerimônia. Acompanhado pelo presidente da Confederação, Alencar Burti, ele abriu oficialmente o congresso, no Centro de Convenções do Arraial D'Ajuda Eco Resort.


Paralelamente ao congresso principal, estão sendo realizados mais quatro eventos coordenados: V Encontro Nacional do Empreendedor; 2° Encontro Nacional da Mulher Empresária; Workshop da Mediação e Arbitragem; e, o Workshop do Programa de Geração de Receitas e Serviços (Progerecs), desenvolvido pela entidade.


Outro momento aguardado com expectativa é a entrega do Prêmio Empreendedor 2008, que será concedido às melhores práticas voltadas para o mercado, tecnologia, gestão e cultura de cooperação, que tenham como objeto a melhoria da competitividade das micro e pequenas empresas. O anúncio dos vencedores está previsto para esta sexta-feira.


A Confederação das Associações Comerciais do Brasil (ACCB) é formada por 27 federações, representantes de cada um dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. As federações agregam, no total, 2.300 associações comerciais, reunindo mais de 2 milhões de empresários. Cerca de 90% deles são representantes de microempresas ou empresas de pequeno porte.


“Daí o porquê do foco do evento estar voltado para esses agentes da economia, responsáveis pela maior parte dos empregos gerados no país”, como explicou Alencar Burti. Segundo ele, as principais bandeiras da ACCB são a defesa de uma política tributária “mais justa para as empresas de pequeno porte”; a prestação de serviços para o segmento das micro e pequenas empresas; além de incentivo à exportação e para a valorização da responsabilidade social pelos associados.