Os modelos para terceirização dos centros de convenções de Ilhéus, Porto Seguro e Salvador serão apresentados nesta sexta-feira (8), às 14h, na sede do Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. A terceira audiência pública sobre o assunto vai reunir representantes do trade turístico, empresários e funcionários das empresas do setor.
Na avaliação preliminar da Bahiatursa são necessários pelo menos R$ 30 milhões para execução de serviços de recuperação estrutural do equipamento da capital. Segundo dados da empresa, nos últimos dois anos, o déficit operacional anual do CCB foi reduzido de R$ 3,5 milhões para R$ 1,9 milhão.
De acordo com relatório apresentado pela empresa Indústrias Criativas, vencedora de processo licitatório executado pela Bahiatursa, a terceirização é apontada como a melhor forma de gestão para os equipamentos. Segundo o documento, grupos privados poderão executar modelos mais rentáveis e sustentáveis de administração dos centros, tornando-os espaços superavitários e lucrativos, além de fazer os investimentos necessários.
Caso seja adotada uma terceirização, caberá ao contratante realizar os serviços de reforma e ampliação. Neste modelo, o prazo de gestão é de 15 anos, prorrogáveis por mais 15.
Encerradas todas as fases até a concessão dos equipamentos, a Bahiatursa será responsável pelo acompanhamento e fiscalização das ações do contratante para evitar desvio de funções, uma vez que o espaço é destinado à realização de eventos. Antes de entregar o CCB, a Empresa de Turismo da Bahia pretende realizar obras emergenciais e necessárias para o funcionamento do espaço com mais segurança.
A intenção do governo é que um mesmo grupo administre os três centros de convenções do estado (Salvador, Ilhéus e Porto Seguro).