Internacionalização universitária é discutida na Uefs

18/08/2009

Estimular a comunidade acadêmica a planejar e executar ações para a implantação de uma política de internacionalização na Universidade Estadual de Feira de Santana, possibilitando o intercâmbio de conhecimento e de experiências que fomentem a qualidade acadêmica e a relevância social do ensino superior.


Essa foi a proposta do Workshop Internacionalização Universitária realizado, nesta terça-feira (18), na Uefs, com a presença do cônsul honorário da França em Salvador, Pierre Sabaté, do cônsul de Portugal, João Paulo Marques Sabino Costa, do assessor de Assuntos Culturais da Embaixada do Canadá, Luiz Miguel Rocha, da presidente do Fórum das Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais (Faubai), Suzana Queiroz de Melo Monteiro, e da assessora da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Rossana Valéria de Souza e Silva.


A presidente da Faubai, Suzana Queiroz, abordou a importância de assessorias bem estruturadas para instituições de ensino superior e disse que o trabalho é fundamental para as políticas de internacionalização e apoio ao professor e ao estudante. Segundo o vice-reitor e assessor de Relações Institucionais, da Uefs, Washington da Franca Rocha, o objetivo do evento de amadurecer junto à comunidade acadêmica a ideia de uma cultura internacionalizada, por meio da troca de experiências, foi alcançado.


“Isso vai trazer um diferencial para o profissional da Uefs. Na maioria dos casos, são os professores que, por conta própria, fazem os intercâmbios institucionais, mas a Assessoria Especial de Relações Institucionais quer estimular isso de forma mais adequada”, salientou Rocha.


Em 2008, a Uefs proporcionou a ida de quatro estudantes para Portugal, onde passaram seis meses. Este ano, 15 estudantes de Direito fizeram um estágio de duas semanas na Bélgica. Com a iniciativa, a Uefs pretende aumentar o número de intercambistas, bilateralmente, além de estimular as missões de estudo e de trabalho e ampliar os laços de cooperação científica internacional.