“Temos que integrar o planejamento e o orçamento. A Seplan não é um órgão finalístico, mas deve dar suporte ao planejamento de toda a máquina de governo, que deve atuar de forma integrada para que o resultado seja sinergético”. Assim o secretário do Planejamento, Ronald Lobato, resumiu a missão da Secretaria do Planejamento (Seplan) para os servidores, reunidos hoje (02), na Fundação Luiz Eduardo Magalhães (Flem). Encontros semelhantes estão sendo realizados por todos os secretários do governo Jaques Wagner com a finalidade de promover o primeiro contato com os novos gestores e apresentar a proposta do novo governo.
Afirmando a disposição de manter o diálogo constante com os servidores públicos, inclusive com relação ao plano de carreira, cargos e salários, Lobato apresentou um esboço do plano estratégico do governo iniciado hoje e que entre as metas visa a priorização do semi-árido baiano e a integração das intervenções em todas as áreas de atuação governamental.
O secretário explicou que a proposta da nova gestão tem uma base de desenvolvimento baseada em diretrizes estratégicas, eixos de desenvolvimento e macroobjetivos. Traçado para orientar as ações do Governo da Bahia nos próximos quatro anos, o plano estratégico será disponibilizado na internet e terá um link para apresentação de sugestões. “Essa proposta é convergente com o tripé que dará sustentação ao governo, cujas prioridades são as áreas de saúde, educação e geração de emprego e renda”, explicou Lobato.
O secretário afirmou também que o plano traduz um novo modelo de desenvolvimento, fundamentado na governança solidária e nos conceitos de ética, transparência, controle social, democracia, participação e diálogo social, efetividade, transversalidade e regionalização.
“O plano tem uma visão de futuro de um Estado cuja população desfrute de qualidade de vida, equilíbrio social e étnico, produção de bens e serviços, articulação nacional e internacional”, concluiu.