Técnicos da SRH participam de treinamento para eleição do Comitê do São Francisco

16/09/2007

Os coordenadores das Casas de Recursos Naturais da Superintendência de Recursos Hídricos (SRH), localizadas na Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), nas cidades de Barreiras, Santa Maria da Vitória, Irecê, Guanambi e Juazeiro, participaram ontem (14) do treinamento preparatório para a eleição dos novos membros do comitê, órgão gestor da política de água na bacia. A eleição será realizada de 2 a 14 de julho.


A capacitação, desenvolvida por Julio Pelli, do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco, foi direcionada ao manuseio do Sistema de Informação do CBHSF. Os técnicos da SRH, inclusive da Coordenação de Estratégia e Gestão da autarquia, da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A (EBDA), também foram instruídos sobre as etapas do processo eleitoral e de como será a captação dos dados para a etapa de inscrição.


As inscrições poderão ser feitas de 18 de abril a 18 de maio, nos órgãos gestores dos estados de Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Goiás e Distrito Federal. No caso da Bahia, na Secretaria Executiva do Comitê da Bacia do São Francisco, na Coordenação de Gestão e Estratégia da SRH (4º andar da sede, no Itaigara), nas casas de Recursos Naturais da superintendência localizadas na Bacia e nos escritórios regionais da EBDA na região do São Francisco.


Para se inscrever, o interessado deve se dirigir a essas localidades, preencher um formulário padrão ou imprimir o formulário que estará disponível, nos site da SRH Online (www.srh.ba.gov.br/srhonline), do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (www.cbhsaofrancisco.org.br) e da Agência Nacional de Águas (www.ana.gov.br).


O Comitê da Bacia do São Francisco reúne 120 membros. Os membros do âmbito estadual e federal são indicados pelos gestores. São submetidos à eleição: usuários (irrigantes, hidrelétrica, pesca e lazer, etc), sociedade civil (ONGs, organizações de ensino, pesquisa e consórcios inter-municipais), o poder público municipal e as comunidades tradicionais (quilombolas e indígenas). São eles que discutem, deliberam, sugerem e decidem as ações que serão executadas na bacia e a forma como os recursos financeiros serão aplicados.