Plano vai modernizar gestão em órgãos públicos do Estado

21/12/2007

Desenvolvido pela Secretaria da Administração do Estado, o Plano Diretor de Gestão (PDG) foi apresentado, hoje (21), a servidores e gestores da Saeb pelo secretário da Administração, Manoel Vitório, em encontro na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).

A ferramenta promoverá a desburocratização e modernização administrativa de toda a máquina pública estadual por meio do desenvolvimento e implementação de avançadas práticas de gestão nas diversas unidades administrativas do estado.

Dentre as diretrizes do PDG, Vitório destacou a redução da burocracia, o aumento da transparência, a profissionalização do serviço público e a conseqüente otimização do gasto estatal. “A questão da eficiência e controle do gasto público é hoje uma prioridade e requer metodologias de gestão pré-elaboradas para que se concretize em plenitude”.

O secretário também deu ênfase à dimensão cultural estabelecida pelo plano, destacando o importante papel desempenhado pelo servidor público no processo de redesenho e estabelecimento de novas rotinas e práticas, que devem resultar na melhoria do serviço prestado ao cidadão. “Construiremos agora uma efetiva mudança de cultura no serviço público estadual”.



Excelência pública



O Plano Diretor de Gestão está vinculado ao Programa Nacional de Modernização de Gestão e Planejamento dos Estados e Distrito Federal (Pnage), que prevê o investimento de R$ 27,4 milhões na Bahia. A modernização da gestão pública estadual teve início pela Secretaria da Educação, com foco na administração das escolas estaduais, a partir da definição de novos modelos para gerir, entre outros itens, a merenda escolar, a segurança patrimonial, os processos administrativos e os recursos humanos.

O PDG é baseado em critérios de excelência pública, como legalidade, impessoalidade, publicidade, moralidade e eficiência. Segundo Manoel Vitório, o plano funciona a partir da identificação das necessidades da população, com o objetivo de atender às demandas dos cidadãos. “O PDG coloca o cidadão como protagonista da ação pública. Ele é ouvido desde o início do processo e tudo gira em torno de suas demandas”.