Desde o último dia 17, a empresa Java presta serviços de segurança patrimonial à Embasa por meio de contrato com vigência de 90 dias, renovável pelo mesmo período.
Fruto de processo licitatório de emergência, a contratação foi necessária porque liminares contra pregão para contratação de empresa de segurança, lançado no ano passado, suspenderam o andamento normal do processo. Os licitantes alegaram incorreções no edital e a Embasa contestou.
“Nós recorremos para tentar reverter as decisões liminares, e, quando obtivermos uma posição, daremos continuidade ao processo licitatório de contratação definitiva”, informou o assessor jurídico da empresa, Paulo Damasceno.
O contrato com a Empresa Segurança e Vigilância da Bahia (Seviba) não foi renovado por orientação do Governo do Estado, por ela estar envolvida na “Operação Jaleco Branco”, da Polícia Federal.
Segundo o diretor administrativo da Embasa, Belarmino Dourado, a licitação emergencial para contratação da Java foi positiva porque se obteve uma economia mensal de R$67 mil, o equivalente a 13% dos gastos com segurança na Embasa. “Foi muito significativa a economia e ficamos satisfeitos, porque este é um serviço continuado e imprescindível para o funcionamento da empresa”, disse.