Inauguração da Ampliação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água

12/08/2008

LOCAL: Canapólis, Santana e Serra Dourada, na região Oeste.

DATA: 09.08.08 (sábado)

HORÁRIO: A partir das 9h30





O QUE É: Inauguração da ampliação do sistema integrado de abastecimento de água (SIAA) que abastece a sede e diversas localidades rurais de cinco municípios do território Bacia do Rio Corrente: Santana, Canápolis, Tabocas do Brejo Velho, Serra Dourada e Brejolândia.





INFORMAÇÕES ADICIONAIS:



OBRAS: Fazem parte do Programa Água para Todos. A ampliação consiste na captação da água a partir da instalação de flutuantes no Rio Corrente, que será conduzida por uma adutora de 162.291 metros e bombeada por nove estações elevatórias até chegar a estação de tratamento. A água que ficará nos 23 reservatórios será distribuída por uma rede de 148.707 metros, a partir de 9.322 ligações domiciliares, beneficiando mais de 65 mil habitantes. O investimento na intervenção foi de R$ 39,1 milhões.



LOCALIDADES BENEFICIADAS: Além dos moradores da sede, também passarão a contar com água de qualidade os habitantes de:

• Santana: Porto Novo, Gameleira, Canabrava e Cedro 1;

• Canápolis: Portal, Represa e Canabravinha;

• Tabocas do Brejo Velho: Olhos D’Água, Mariquita e Redinha;

• Serra Dourada: Riachão, Morrinhos, Traíra, Bonito, Tiritica, Feirinha, Charco e Boqueirão;

• Brejolândia: Cedro 2 e Mombaça;




RIO CORRENTE: É o maior manancial de superfície da região, constituído na melhor opção para o abastecimento de água. O rio possui vazões elevadas ao longo do ano. As suas águas, de excelente qualidade, são aproveitadas para projetos de irrigação de grande porte e para o abastecimento das cidades ribeirinhas. Sua aceitação por parte da população é tal que, nos períodos de falta de água, os municípios que serão beneficiados pelas obras abastecem seus carros pipas com as águas do rio.



SITUAÇÃO: O abastecimento de água nesses lugares era deficiente, feito por meio de baterias de poços com produtividade moderada ou baixa e que produziam águas consideradas muito duras (sais minerais). Além disso, mesmo estando dentro dos padrões de potabilidade, a quantidade da água ofertada era inferior à demanda, principalmente no verão, quando os poços diminuem a produtividade. Como agravante, as redes de distribuição sofriam contínuas intervenções para substituir trechos obstruídos por incrustações, o que onerava significativamente a operação desses sistemas. Apesar da extrema rejeição popular, essa água era utilizada por ser a única disponível. Embora as águas superficiais apresentem qualidade físico-química superior às águas subterrâneas, o uso de defensivos agrícolas e as cargas orgânicas despejadas nos córregos, que sempre foram muito significativos, principalmente nos períodos mais secos, resultaram numa rejeição popular maior do que a dispensada ao manancial subterrâneo. A implantação do novo sistema nos municípios será capaz de atender a região com água de excelente qualidade, melhorando assim as condições sanitárias e a qualidade de vida da população.