Bahia apresenta política de Educação Profissional em Brasília

05/11/2009

A Superintendência de Educação Profissional da Secretaria da Educação do Estado (SEC) apresentou, nesta quinta-feira (5), no Colóquio Tendências e Desafios da Formação de Trabalhadores para o Desenvolvimento Brasileiro, em Brasília, a política pioneira implantada pelo Governo do Estado na área de Educação Profissional.


O Colóquio é promovido pelo Observatório da Equidade, uma rede de especialistas ligados ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que tem por finalidade apoiar a formulação de políticas públicas e ações que promovam maior igualdade na sociedade civil brasileira.


O superintendente de Educação Profissional da SEC, Almerico Biondi Lima, apresentou as ações realizadas no estado, com o tema “Trabalho, Educação e Desenvolvimento: a política de educação profissional da Bahia”.


Durante sua exposição, ele destacou que o todo o trabalho do governo estadual, que envolve a educação profissional, preza pelos estudos da dinâmica social e econômica de cada região, levando em conta os aspectos demográficos e geográficos, fundamentais para a implantação e desenvolvimento da educação profissional.


Após diagnósticos das demandas foram elaborados a Política e o Plano Estadual de Educação Profissional. Hoje, na Bahia, todos os seus territórios possuem educação profissional, que se expandiu entre os anos de 2007 e 2009, aumentando de 22 para 83, o número de municípios contemplados.“Sempre foi uma orientação do Governo do Estado, a expansão para toda a Bahia. Ainda temos problemas, mas os resultados apontam para um trabalho permanente. Em 2010, teremos resultados bem mais colocados”, afirmou o professor Almerico.


A proposta principal do Plano é que a educação profissional deixe de ser apenas um conjunto de ações pontuais e se integre ao projeto de desenvolvimento social e econômico de inclusão do estado. Até 2011 serão 100 escolas oferecendo educação profissional, chegando a 240 ou 480, de acordo com o porte da escola, beneficiando jovens da rede pública de ensino estadual, trabalhadores com ensino médio e fundamental incompleto, projetos específicos para populações excluídas como quilombolas, indígenas, agricultores.


Participaram das discussões, representantes da Petrobrás, da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), do Serviço Nacional de Aprendizagem Social (Senai), do governo federal e das universidades.