Com a volta às aulas, os consumidores procuram formas alternativas de transporte para não encarar o ônibus lotado e ter um pouco mais de segurança. Buscar referências do motorista com outras pessoas que já tenham utilizado o serviço, exigir a apresentação do alvará de circulação e avaliar o carro checando se as travas das portas e os cintos de segurança estão em boas condições são algumas recomendações dadas pelo Procon, órgão da Secretaria Estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, na hora de escolher o transporte escolar.
É importante observar também se o carro possui o selo de autorização para funcionar, que fica no canto direito superior do parabrisa, confirmando o cadastrado do veículo na prefeitura. Os usuários devem estar atentos à conduta do motorista e a preços inferiores à média do mercado (pode significar serviço irregular ou clandestino).
Ainda segundo o código de trânsito, a parte interior do veículo deve ser mantida limpa, pneus em bom estado e que haja monitores e lanternas para acompanhar os usuários.
Os veículos adequados para o transporte escolar são os ônibus e micro-ônibus e os motoristas devem ter carteira de habilitação da categoria D. É recomendado que no contrato seja especificado se há reserva de vagas, pagamento durante as férias e multa por descumprimento de horários.