Formação em Gênero e Interseccionalidades ajudará educadores (as) a enfrentar as desigualdades estruturais no ambiente escolar

04/02/2026

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia, por meio do Instituto Anísio Teixeira, abriu inscrições para a Formação em Gênero e Interseccionalidades. A ação formativa é destinada a docentes, gestores (as) e coordenadores (as) pedagógicos (as) das redes municipal e estadual; estudantes de licenciatura de universidades públicas e outras IES; profissionais de órgãos técnicos e de proteção (NTE, Conselhos Tutelares, CRAS, CREAS, Saúde, Segurança Pública); e oficineiros do Educa Mais Brasil.

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A formação surge como uma resposta da Secretaria da Educação do Estado da Bahia para enfrentar as desigualdades estruturais no ambiente escolar. Ao articular esforços com o Instituto Anísio Teixeira e as Secretarias de Políticas para as Mulheres, Justiça e Direitos Humanos e Saúde, a iniciativa busca consolidar uma rede de proteção e promoção da equidade de gênero, sexualidades e interseccionalidade em todo o estado da Bahia.

A ação formativa conta com atividades síncronas e assíncronas na Plataforma Colaborativus, promovendo um ambiente interativo e dinâmico de aprendizagem. A atividade tem carga horária total de 80 horas, distribuídas em módulos temáticos que abordam diferentes dimensões da discussão sobre gênero, sexualidades e interseccionalidades.

A edição de 2026 surge da necessidade de expandir o alcance social do debate, integrando não apenas docentes em exercício, mas também estudantes de licenciatura. Essa ampliação para a formação inicial é fundamental para que os futuros profissionais da educação ingressem na rede pública já sensibilizados e capacitados para abordar questões de gênero em suas práticas pedagógicas, fortalecendo a base do sistema educacional.

A formação aborda temas contemporâneos essenciais, como masculinidades positivas, educação midiática e dignidade menstrual. A inclusão desses módulos justifica-se pela urgência em desconstruir estereótipos que perpetuam a violência, combater a desinformação online e garantir que o corpo docente esteja preparado para lidar com as legislações vigentes, como a Lei Maria da Penha.
 

Fonte
ASCOM/IAT
Tags
Formação em Gênero e Intersecicionalidades