06/01/2016
Ele iniciou no paradesporto logo após se recuperar de um acidente de moto, ocorrido em junho de 2009, quando precisou amputar o braço esquerdo. A prova, de 12 quilômetros, chega à sua 52º edição em 2016 e é uma das mais tradicionais provas de águas abertas do Brasil.
“Realmente é um sonho, um desafio incrível que estou muito focado em realizar. Tentei em 2013 e cheguei muito perto. Na ocasião, passei muito mal com cãimbras e vômitos. Restando mil metros para o Porto da Barra, apaguei em alto mar e tive que ser resgatado pelo pessoal do barco. Mas é uma situação que só me fortalece para buscar outra vez”, comenta Leolímpico, como é conhecido, atual sétimo colocado no ranking mundial de Paratriathlon na categoria PT3 (lesão grave).
Credenciado - Agora, com mais conhecimento da Baía de Todos os Santos, onde disputou etapas do Baiano de Maratonas Aquáticas em 2015 e se credenciou para a Mar Grande/Salvador, Léo Curvelo já definiu a estratégia. “Vou usar muito o corpo e, sem dúvidas, a mente. Apesar de na natação os braços corresponderem a mais de 70% do nado, vou compensar a ausência do braço esquerdo com muita força e um psicológico inabalável”, projeta o paratleta, 41 anos.
“Realmente é um sonho, um desafio incrível que estou muito focado em realizar. Tentei em 2013 e cheguei muito perto. Na ocasião, passei muito mal com cãimbras e vômitos. Restando mil metros para o Porto da Barra, apaguei em alto mar e tive que ser resgatado pelo pessoal do barco. Mas é uma situação que só me fortalece para buscar outra vez”, comenta Leolímpico, como é conhecido, atual sétimo colocado no ranking mundial de Paratriathlon na categoria PT3 (lesão grave).
Credenciado - Agora, com mais conhecimento da Baía de Todos os Santos, onde disputou etapas do Baiano de Maratonas Aquáticas em 2015 e se credenciou para a Mar Grande/Salvador, Léo Curvelo já definiu a estratégia. “Vou usar muito o corpo e, sem dúvidas, a mente. Apesar de na natação os braços corresponderem a mais de 70% do nado, vou compensar a ausência do braço esquerdo com muita força e um psicológico inabalável”, projeta o paratleta, 41 anos.
Ascom Setre (com informações da assessoria do atleta)
06.01.2016