20/05/2016
Dois projetos de esporte e lazer que recebem o apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) participaram ontem (19) das festividades preparadas para o revezamento da tocha olímpica em Porto Seguro. O símbolo dos Jogos Olímpicos, na Bahia, já passou pelas cidades de Teixeira de Freitas, Itamaraju, Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro e hoje faz o trajeto pelas ruas de Eunápolis, Itapetinga e Vitória da Conquista.
Do Projeto Escola, Esporte e Lazer – coordenado pela Associação Baiana de Empreendedorismo Cultural (Abec) – 35 alunos de capoeira se apresentaram na Passarela do Álcool. O projeto atende gratuitamente a 800 crianças, adolescentes e jovens das comunidades de Vila Vitória, Mercado do Povo, Paraguai, Centro do Baianão e Agrovila nas modalidades de futebol, futsal e capoeira.
Já do Projeto Esporte e Lazer no Território de Proteção do Instituto Tribos Jovens, o atleta indígena Breno Ferreira foi o primeiro adolescente a conduzir a tocha olímpica, por meio da parceria do Unicef com o Rio 2016. Da etnia Pataxó, Breno é aluno de modalidades tradicionais indígenas. Com 15 anos, Breno é natural de Porto Seguro e foi escolhido, segundo o coordenador do Instituto, Iuri Clauton, por integrar o Projeto Esporte e Lazer e por sua vivência na comunidade e conhecimento da cultura indígena.
“A indicação foi coletiva, como acontece normalmente nas comunidades indígenas da etnia Pataxó. Esse coletivo é representado pelo Conselho de Lideranças, Fundação Nacional do Índio (Funai), escola e o cacique”, explicou o coordenador, ressaltando que o atleta é destaque em todas as modalidades tradicionais que compreendem, entre outras, a corrida de tora e zarabatana, arremesso de tacape, arco e flecha, cabo de força, futebol e luta corporal. Ele ainda se expressa bem em Patxohã, língua falada pelos Pataxó.
Esse projeto também atende a 800 pessoas – entre crianças, adolescentes e jovens – com aulas de Taekwondo e de modalidades tradicionais Pataxó, nas aldeias indígenas Pataxó e Pataxó Hã Hã Hãe de Barra Velha, Coroa Vermelha e Caramuru Paraguaçu – localizadas nas cidades baianas de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Pau Brasil, respectivamente.
Do Projeto Escola, Esporte e Lazer – coordenado pela Associação Baiana de Empreendedorismo Cultural (Abec) – 35 alunos de capoeira se apresentaram na Passarela do Álcool. O projeto atende gratuitamente a 800 crianças, adolescentes e jovens das comunidades de Vila Vitória, Mercado do Povo, Paraguai, Centro do Baianão e Agrovila nas modalidades de futebol, futsal e capoeira.
Já do Projeto Esporte e Lazer no Território de Proteção do Instituto Tribos Jovens, o atleta indígena Breno Ferreira foi o primeiro adolescente a conduzir a tocha olímpica, por meio da parceria do Unicef com o Rio 2016. Da etnia Pataxó, Breno é aluno de modalidades tradicionais indígenas. Com 15 anos, Breno é natural de Porto Seguro e foi escolhido, segundo o coordenador do Instituto, Iuri Clauton, por integrar o Projeto Esporte e Lazer e por sua vivência na comunidade e conhecimento da cultura indígena.
“A indicação foi coletiva, como acontece normalmente nas comunidades indígenas da etnia Pataxó. Esse coletivo é representado pelo Conselho de Lideranças, Fundação Nacional do Índio (Funai), escola e o cacique”, explicou o coordenador, ressaltando que o atleta é destaque em todas as modalidades tradicionais que compreendem, entre outras, a corrida de tora e zarabatana, arremesso de tacape, arco e flecha, cabo de força, futebol e luta corporal. Ele ainda se expressa bem em Patxohã, língua falada pelos Pataxó.
Esse projeto também atende a 800 pessoas – entre crianças, adolescentes e jovens – com aulas de Taekwondo e de modalidades tradicionais Pataxó, nas aldeias indígenas Pataxó e Pataxó Hã Hã Hãe de Barra Velha, Coroa Vermelha e Caramuru Paraguaçu – localizadas nas cidades baianas de Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Pau Brasil, respectivamente.
Ascom Sudesb
20.05.2016