NOTA DE ESCLARECIMENTO

03/08/2015

A Fundação Pedro Calmon lamenta a publicação de nota intitulada Capitão do Mato, na coluna Tempo Presente da edição deste domingo (2 de agosto) no jornal A Tarde. Embora respeitemos o excelente jornalista, Levi Vasconcelos e este espaço, é necessário esclarecer que tais informações não condizem com a realidade, tendo sido embasadas por fontes equivocadas.

A aplicação do termo Capitão do Mato, referindo-se ao assessor-chefe da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBa), Marinho Soares, mais conhecido como Capitão Marinho, por ser oficial do Exército, é inapropriada e maldosa, uma vez que a postura exigida pelo seu cargo é de inteira responsabilidade para com o bom funcionamento da gestão pública.

A associação do perfil do Assessor-chefe à da figura histórica de um capataz, conhecido por ações racistas e castigos físicos dos escravizados, é depreciativa e fruto do total desconhecimento da trajetória de Marinho Soares. Assim, enfatizamos que a Fundação Pedro Calmon mantém em seu quadro técnicos profissionais alinhados com o quê preconiza as legislações do serviço público e, sobretudo, pessoas que estão comprometidas com o princípio da moralidade pública, conforme a confiança e entendimento de seu diretor geral, Zulu Araújo. ​