Aconteceu nesta terça-feira (25), a live em comemoração ao dia da África. Com o tema “A nova África quer ser do mundo”, o diretor geral da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBa), Zulu Araújo, debateu sobre o Maio da Liberdade e o Renascimento Africano no século XXI.
Zulu iniciou o bate-papo registrando as datas importantes que marcaram o Maio da Liberdade, como o dia 01 (Dia Internacional do Trabalho), dia 11 (Dia Nacional do Reggae), dia 13 (Dia da Abolição da Escravatura) e o dia 25 (Dia da África) momento em que se encerra o ciclo de conversas e debates sobre o tema.
Para o diretor da FPC, o mês é um momento de conversar, refletir e articular a promoção da liberdade e da igualdade de raça. Segundo Zulu, o continente africano possui riquezas imensuráveis e o grande desafio é entender a África Contemporânea do século XXI. “A África precisa ser tratada com respeito e dignidade”, afirmou.
Há 58 anos foi instituído o Dia da África pela Organização da Unidade Africana (OUA), hoje conhecida como União Africana (UA). O dia marca a luta de países africanos pela independência através de importantes movimentos abolicionistas.
A África hoje, busca olhar para frente, caminhar e renascer, busca referências e diálogos com o mundo. “É preciso celebrar a relação com o continente africano para estimular o desenvolvimento conjunto”, concluiu Zulu.