Bibliotecária de formação com atuação na área cultural nos últimos 40 anos, a diretora de Bibliotecas Públicas do Estado da Bahia (DIBIP), Carmen Azevedo, iniciou a profissão na área do livro e da leitura. À frente da DIBIP, ela considera importante o papel das bibliotecas públicas no desenvolvimento sociocultural da comunidade. Para Carmen, as bibliotecas públicas dão acesso aos livros e devem sempre propor atividades que promovam a informação, utilizando diversos mecanismos e ferramentas, “porque nas bibliotecas se promove a inclusão social e essas bibliotecas públicas são consideradas como espaços de cultura onde as linguagens artísticas se unem para que o cidadão leia o mundo.”
1 - Como as bibliotecas públicas vão trabalhar após essa fase de quarentena?
Estamos com uma nova forma de trabalhar. Usando as ferramentas tecnológicas para indicar livros e estimular a leitura. Estamos produzindo vídeos e construindo conteúdos a partir do nosso planejamento cultural anual.
2 - Quais os projetos que serão destaques das unidades em 2020?
Comemoramos os 70 anos da BIML. Teremos ainda o III Festival de Contação de Histórias, Curso de Capacitação para Auxiliares de Bibliotecas e Espaços de Leitura, o IV Seminário Leitura para Todos: Uso e apropriação das TIC’s e do ambiente virtual para promoção da acessibilidade, o II Encontro de Bibliotecas e Espaços de Leitura: Potencialidades e ferramentas como contribuição na formação do cidadão, além do projeto Escritores Centenários – Exposição e bate papo sobre a vida de Clarice Lispector.
3 - Como a FPC, através das bibliotecas, vai atuar junto às bibliotecas comunitárias e municipais em 2020?
Prestando assistência técnica, capacitando os servidores inscritos no Curso de Capacitação de Auxiliares de Bibliotecas e atendendo às solicitações de doação de acervo, e atendendo às demais demandas que surjam no campo da assistência técnica.