#DiadoArquivista - Profissional essencial para a sociedade de conhecimento

20/10/2017
ARQUIVO_PUBLICO- Foto Rosilda _Cruz
Foto: Rosilda Cruz

Nessa sexta-feira, 20 de outubro, é celebrado o Dia do Arquivista. Esse profissional leva consigo um papel de grande importância para o resguardo da memória. Ele tem a responsabilidade de conceber e organizar a guarda da memória social de um país ou de uma instituição e assegurar o acesso e a valorização científica e cultural desse material a longo prazo, além da restauração de documento.

De acordo com a diretora do Arquivo Público do Estado da Bahia, Teresa Matos, “o trabalho do arquivista contribui para que as sociedades conheçam as suas gêneses, através do tempo, possibilitando o diálogo entre as diversas gerações futuras. Um papel essencial na sociedade do conhecimento”, destaca Teresa.

Entre as principais competências e habilidades, que um arquivista precisa ter, está a de recuperar, no menor tempo possível, a informação registrada em diversos tipos de suportes. O profissional precisa estar aberto às novas tecnologias da informação e ter também habilidades pedagógicas, capacidade de comunicação, dentre outras. Para Teresa deve se esperar do arquivista “a eficácia da recuperação da informação: sua uniformidade, integridade, pertinência e precisão na busca, em razão da devida classificação, avaliação e descrição”, ressaltou a diretora.

Na Bahia, o Arquivo Público, unidade coordenada pela Fundação Pedro Calmon, guarda parte da memória do Estado. Lá o público encontra acervos de fatos que marcaram não só a Bahia, mas o Brasil, um deles é sobre Canudos. Para conhecer o local, o Arquivo funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, na Ladeira de Quintas, Baixo de Quintas.

Arquivo Público – Com 126 anos, o Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB), unidade da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado (FPC/SecultBA), é a segunda mais importante instituição arquivística pública do país. Em seu extenso e rico patrimônio estão custodiados documentos produzidos e acumulados no período colonial, monárquico e republicano brasileiro, que são diariamente consultados por pesquisadores de todo Brasil e de outros países. Um acervo organizado e estruturado desde 1890, quando o então governador do Estado da Bahia, Manoel Victorino Pereira, por meio de Ato, criou o Arquivo Público.

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