30/01/2024

Os estudantes tiveram acesso acerca das principais atividades desenvolvidas pelo APEB/FPC, Exposição de documentos que retratam as relações estabelecidas entre o Brasil e outros países (Portugal, Espanha e países árabes), um pequeno tour nas dependências do patrimônio arquitetônico do arquivo, e a entrega de uma edição de luxo da Revolta dos Búzios, além dos anais produzidos pelo APEB.
Essa é a primeira visita de estudantes que o Arquivo recebe este ano. O APEB/FPC está aberto para visitação durante todo o ano. “Estamos aqui no maior acervo que retratam as relações sociais do Brasil, desejamos que possamos ter um dia produtivo. O Arquivo Público está de portas abertas ao público que deseja conhecer mais sobre a história do nosso país”, enfatizou Jorge Vieira, diretor do APEB/FPC.
A professora Dra. Katiane Zape, presente na atividade com as turmas, ressaltou a importância da visita na difusão do conhecimento entre os estudantes e a sociedade: “Agradecemos ao APEB por nos receber, para que nossos alunos possam ter a oportunidade de contribuir, utilizar desse espaço de pesquisa que faz muita diferença na sociedade, e que a gente possa continuar combatendo as Fake News, escrevendo a história da democracia, e divulgando esse espaço de conhecimento, resgatando memórias e continuar escrevendo a história”, ressaltou ela.
A coordenadora de Preservação da APEB, Maria das Graças, explicou sobre a seleção dos documentos expostos aos alunos.
“Nós geralmente selecionamos alguns documentos de relevância para expor, focados na temática de maior interesse dos nossos visitantes. Temos alguns exemplares de Cartas Régias, Livros de Provisões Reais, passaportes de escravos, consta listas de materiais utilizados na construção da cidade, assim, como livros de entrada de passageiros que tem servido muito para pesquisas na comprovação de cidadania”, destacou.
A estudante de Relações Internacionais, Amanda Matias, ressaltou que se deparou com conteúdos que não tinha visto antes, e que a visita foi bastante produtiva.
“Estamos nessa visita como uma espécie de aula, vi várias coisas muito interessantes que não tive contato durante toda a graduação. Uma oportunidade de encontrar um tesouro no meio da cidade de Salvador, com tantos conteúdos sobre tantas coisas diferentes, desde a escravidão, como até coisas mais recentes, como o Diário Oficial. Conhecimentos que vão agregar muito na nossa formação”, finalizou.