Governo do Estado levou diversas ações de fortalecimento da política do Livro e Leitura para a Bienal Bahia

02/05/2024
Fernando Vivas/GOVBA
Lançamento de livros, saraus, roda de conversa, contação de histórias, e muito mais, fizeram parte da programação do Governo do Estado na Bienal do Livro Bahia, que recebeu grande movimentação do público, entre os dias 26 de abril a 1° de maio. Desde jovens talentos de 172 escolas estaduais baianas, ao consagrado Mestre Bule Bule, passaram pelo estande e auditório. Além disso, dentre as ações de fomento à Política de Livro e Leitura, o Governo da Bahia distribuiu dez mil vales-livro, 5 mil para estudantes e 5 mil para educadores da rede.

Em visita à Bienal, o governador Jerônimo Rodrigues declarou que "olhando pelo aspecto da cidadania é a garantia que o estado possa estimular para que os brasileiros e baianos, possam aumentar a quantidade de livros lidos durante o ano. O hábito de ler mais estimula as pessoas a escreverem mais. Aqui é um intercâmbio entre escritores, entre as editoras, e o livro tem o potencial de fazer as pessoas viajarem, sonharem, elaborarem”, pontuou.

A Bienal, além de servir como palco para que os jovens se expressem na linguagem literária, por meio das produções do projeto estruturante da Secretaria de Educação, Tempo de Artes Literárias (TAL), serviu como espaço para a divulgação de 24 livros de autoria de professores de colégios estaduais. No auditório do evento, uma série de atividades também foi realizada nesse intuito, a exemplo de rodas de conversa sobre a importância dos clubes de livros e de leituras e diálogos com os bibliotecários da rede estadual sobre a biblioteca escolar e o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD).

Para a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, o evento literário foi uma grande oportunidade para aproximar ainda mais os estudantes do hábito da leitura, estimular a busca pelo conhecimento e dar espaço para que eles possam dar visibilidade à sua própria produção: “não só nossos estudantes, os professores também estiveram na Bienal, mostrando seus trabalhos e trocando experiência com outros autores e produtores de arte e cultura. Não só garantimos a participação deles como vamos distribuímos um total de 10 mil vales-livro para estudantes e docentes da rede”.

Na Bienal, os secretários de Cultura e da Educação da Bahia participaram da mesa ‘Educação e Cultura Conectadas na Formação da Juventude Baiana, com mediação do presidente da Academia de Letras da Bahia, Ordep Serra. Na oportunidade, o secretário de Cultura, Bruno Monteiro, aproveitou para ressaltar o papel que feiras do livro como a Bienal têm para a disseminação da leitura.

“Desde o ano passado, o Governo do Estado apoiou 36 feiras literárias e este ano o objetivo é aumentar o número para 81. Muitas vezes uma biblioteca pode parecer um ambiente mais hostil para pessoas mais simples. Quando a gente realiza uma feira literária que é no meio da rua, na praça da comunidade, as pessoas se sentem mais a vontade. Isso, para nós, é muito importante nesse processo de democratização do acesso a cultura que temos construído", finalizou.

Ainda durante a Bienal, o Governo da Bahia, por meio das editoras universitárias, fomentou a produção de autores no evento. Com, aproximadamente, 340 títulos em exposição, as universidades estaduais de Feira de Santana (Uefs), de Santa Cruz (Uesc), do Sudoeste da Bahia (Uesb), do Estado da Bahia (Uneb) e a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) apresentaram, por meio de suas publicações, a diversidade cultural e intelectual baiana, bem como divulgam obras que vão desde a literatura infantil até produções científicas, no Espaço do Governo do Estado, montado no evento literário.

O diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Vladimir Pinheiro, ressaltou a diversidade e  representatividade da programação levada ao público pelo Governo da Bahia.

“Uma programação intensa, com grande participação dos nossos estudantes, professores. Abrimos espaços para os autores baianos, homenageamos o grande Mestre Bule Bule, que esteve presente conosco, incentivamos também o protagonismo dos novos escritores, promovemos espaços para as editoras universitárias, e debates pertinentes ao fortalecimento da Política do Livro e leitura junto a toda a sociedade baiana, de uma forma geral. Destaco também os lançamentos dos livros “Bahia, 2 de julho uma guerra pela independência do Brasil”, e do Livro Guerras por toda parte: Conflitos Armados que impactaram as independências do Brasil, com apoio da FPC”, ressaltou.

A Bienal do Livro foi apresentada pelo Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (SecultBa), através da Fundação Pedro Calmon (FPC), da Secretaria de Educação (SEC).

*Com informações da Secom.

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