FPC participa da abertura Semana da Memória do TJBA que debate a ditadura militar e a defesa da democracia

06/05/2024
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“Celebrar a memória é dignificar o longo caminho pavimentado por outros magistrados, servidores e advogados na edificação da nossa Justiça”, disse a Presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, ao abrir a Semana da Memória do Poder Judiciário, no Tribunal baiano. Iniciado nesta segunda-feira (6), o evento que celebra o “Dia da Memória do Poder Judiciário” (10 de maio) trouxe para o Auditório Desembargadora Olny Silva estudantes e membros da Corte atentos à importância de conhecer e preservar a história.  

“O Dia da Memória do Poder Judiciário não se desgarra da história do nosso país”, disse o Presidente da Comissão de Memória da Corte baiana e anfitrião do evento, Desembargador Cássio Miranda, ao reiterar a relevância da Semana e agradecer a presença de todos.  

Compuseram a Mesa de Abertura, além dos já citados, o Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-BA), Desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto; o Defensor Público Pedro Paulo Casali Bahia, representando a Defensora Pública Firmiane Venâncio; o Diretor-Geral da Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima (Unicorp), Desembargador Jatahy Júnior; o 1º Vice-Presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), Juiz Eldsamir Mascarenhas, representando o Presidente da Amab, Desembargador Julio Travessa; o Diretor-Geral da Fundação Pedro Calmon (FPC), Vladimir Pinheiro; e o Presidente do Instituto Geográfico da Bahia (IGHB), Joacy Goes.    

A Semana da Memória do TJBA continua até sexta-feira (10). A programação inclui mostras no átrio e na Praça de Serviços do edifício-sede, bem como a divulgação de produções literárias. 

EXPOSIÇÕES 

O primeiro dia do evento atraiu atenções para as exposições: “Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça” realizada pelo Centro de Memória da Bahia, unidade da FPC/SecultBa. Ao parar diante de uma das mostras, Rayssa Chaves, de 17 anos, tratou de registrar com o aparelho celular as imagens que mais a impressionaram. “É bem interessante ver que estudantes lá atrás lutaram pelos seus direitos. A Ditadura Militar foi um tempo bem difícil”, disse ela.    

*Com informações da ASCOM TJ-BA

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