Dirigentes e servidores da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e das suas unidades vinculadas, participaram, na manhã desta quarta-feira (2), do tradicional desfile cívico do 2 de Julho, que celebra os 202 anos da Independência da Bahia. O cortejo, que percorre as ruas do centro histórico de Salvador, reuniu autoridades, movimentos sociais, grupos culturais e a população em um ato de afirmação da luta popular baiana como marco definitivo da independência do Brasil.
Entre os participantes estavam o diretor-geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Marcelo Lemos; a diretora-geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), Sara Prado; e o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon (FPC), Sandro Magalhães.
Para o diretor do IPAC, Marcelo Lemos, a celebração deste ano ganha mais relevância com o envio, pelo Governo Federal, do projeto de lei que propõe reconhecer nacionalmente o 2 de Julho como o Dia da Consolidação da Independência do Brasil.
A diretora da Funceb, Sara Prado, destacou o papel simbólico e cultural da data.
O diretor da FPC, Sandro Magalhães, reforçou a importância de manter viva a memória dos feitos do povo baiano no processo de independência.
AÇÕES COMEMORATIVAS - Desde 2023, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (SecultBA), vem empreendendo uma série de ações comemorativas ao Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, com foco na valorização da memória popular e regional. Entre as iniciativas estão o projeto Bahia: Memórias de Lutas e Liberdade, da Fundação Pedro Calmon (FPC), que promove atividades culturais e educativas em 19 municípios; editais voltados à participação de professores e estudantes; o lançamento do Caderno de Revalidação do Cortejo, que propõe uma releitura crítica das celebrações; e o apoio à publicação da coletânea Guerra na Bahia pela Independência do Brasil, voltada à formação docente.
A Secretaria de Cultura do Estado mantém, ainda, uma programação contínua ao longo do mês de julho para marcar as comemorações da Independência da Bahia, reafirmando o papel da cultura na preservação da memória histórica e na valorização das lutas populares.
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