Bahia literária: Governo do Estado impulsiona abertura da Bienal do Livro com investimentos e uma programação diversa

15/04/2026
BIENAL
Ascom FPC/SecultBA

Com o tema “Bahia: identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”, a Bienal do Livro 2026 começou nesta quarta-feira (15), no Centro de Convenções, em Salvador, consolidando-se como um dos maiores encontros literários do país. O evento que movimenta a cena literária baiana até o dia 21 de abril, e tem expectativa de mais de 120 mil visitantes e sete dias de programação, tem apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (SEC), Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), em conjunto com a Fundação Pedro Calmon (FPC). 

A cerimônia de abertura contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, do secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, do diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, além de outras autoridades. Na oportunidade, o governador destacou o impacto econômico e simbólico do evento: “A Bienal é um momento de geração de emprego e renda, tanto na produção quanto na comercialização de livros. E o tema da nossa história e da nossa identidade vai ser refletido, tanto para nós mesmos quanto para o mundo”.

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O secretário de Cultura, Bruno Monteiro, ressaltou o protagonismo da Bahia no incentivo à leitura.

A Bahia é o estado que mais investe em eventos, feiras e festivais literários do Brasil. E a Bienal é o grande ápice dessa movimentação que nós realizamos nos municípios de todos os territórios de identidade”, destacou.

Logo no primeiro dia, a programação contou com forte participação da Fundação Pedro Calmon, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso ao livro e o fortalecimento das políticas culturais.

“O primeiro dia da Bienal foi marcado pela forte presença dos estudantes da rede pública, beneficiados pelo vale-livro, além da participação do governador Jerônimo Rodrigues em uma solenidade muito importante. Esse momento sinaliza o compromisso do Governo da Bahia com o fortalecimento do livro, da leitura e da produção literária em todos os territórios”, destacou o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães.

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Vozes da Bahia

A manhã foi marcada pela atividade “Vozes da Bahia”, mediada por Roberta Gurriti, reunindo reflexões sobre a produção literária contemporânea do estado. À tarde, o debate “Clube do Livro e a Biblioterapia”, com Jacira Santos e mediação de Alessandra Barbosa, trouxe estratégias que integram leitura e desenvolvimento humano no ambiente escolar.

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Ainda no auditório, mais uma edição do “Vozes da Bahia”, com mediação de Daniel Cesart, ampliou o espaço para diferentes narrativas e expressões literárias. A programação infantil também foi destaque, com atividades como “Brincando com os Kariri Xocós – Contos Indígenas” e contação de histórias com AdriSu, estimulando o imaginário e o interesse pela leitura desde a infância.

Um dos momentos mais aguardados do dia foi o Café Literário, que reuniu importantes nomes da cultura baiana, como o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, e o secretário de Cultura, Bruno Monteiro, além de convidados: Jornalista e escritor Ricardo Ishmael; escritora Bárbara Carine; assessor especial da Secretaria da Educação (SEC BA), Manoel Calazans. O encontro promoveu um diálogo sobre literatura, pensamento contemporâneo e os caminhos da cultura na Bahia.

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Encerrando a programação, a mesa “Poesia Hoje: Vozes, Formas e Experimentações” reuniu representantes do cenário editorial independente, discutindo as múltiplas possibilidades da poesia contemporânea.

Incentivo à leitura

Outro destaque da Bienal é a política de incentivo à leitura voltada aos estudantes da rede pública. O assessor especial da SEC, Manoel Calazans, evidenciou o impacto do vale-livro, que oferece crédito de até R$ 100 para aquisição de obras durante o evento.

“Aqui a gente concentra e dá visibilidade, traz as obras para estudantes e professores, garantindo o acesso por meio do vale-livro, o que é uma grande celebração. Há algum tempo, o livro era uma exclusividade dos mais ricos. Hoje, a gente trabalha essa popularização”, afirmou.

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Bienal Bahia 2026

Com uma programação ampla e diversa, o Governo da Bahia promove atividades para todas as idades, que vão desde literatura indígena e saraus até debates sobre os desafios da era digital. As ações estão distribuídas em quatro espaços principais: Auditório Vozes da Bahia, Café Literário, Estande e Espaço Infantil.

Mais de 200 profissionais participam da Bienal, entre escritores, quadrinistas, cordelistas e mediadores, fortalecendo a presença de autores baianos e inserindo o evento no grande circuito literário do estado.

A Bienal do Livro Bahia 2026 segue como uma grande celebração da cultura, do conhecimento e da identidade baiana, convidando o público de todas as idades a mergulhar no universo da leitura. Participe!

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Bienal do Livro; Livro e leitura; FPC; Secult; Bahia
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