05/12/2012
Espetáculo criado por Lia Robatto na década de 1980 tem nova versão encenada pelos alunos da Escola de Dança da FUNCEB
Trinta anos depois de montado pela primeira vez, o espetáculo Sertania, coreografado por Lia Robatto e que teve sua versão original dançada pelos bailarinos do Balé Teatro Castro Alves (BTCA), retorna aos palcos com nova interpretação, desta vez assumida por alunos da Escola de Dança da FUNCEB, com música ao vivo executada pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). A grande estreia deste trabalho reinventado acontece dentro do projeto Domingo no TCA, no dia 16 de dezembro, às 11 horas da manhã, no palco principal do Teatro Castro Alves. Os ingressos custam R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia), e a censura é livre.
A remontagem é uma realização feita através do programa BTCA.Memória, do BTCA, cujo elenco colabora no processo de recriação do espetáculo, conduzido pela própria Lia Robatto. Desde o início de outubro, ela vem trabalhando com 25 jovens alunos da Escola de Dança da FUNCEB, que integra o Centro de Formação em Artes (CFA) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), vinculada da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), para recompor a coreografia.
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Trinta anos depois de montado pela primeira vez, o espetáculo Sertania, coreografado por Lia Robatto e que teve sua versão original dançada pelos bailarinos do Balé Teatro Castro Alves (BTCA), retorna aos palcos com nova interpretação, desta vez assumida por alunos da Escola de Dança da FUNCEB, com música ao vivo executada pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). A grande estreia deste trabalho reinventado acontece dentro do projeto Domingo no TCA, no dia 16 de dezembro, às 11 horas da manhã, no palco principal do Teatro Castro Alves. Os ingressos custam R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia), e a censura é livre.
A remontagem é uma realização feita através do programa BTCA.Memória, do BTCA, cujo elenco colabora no processo de recriação do espetáculo, conduzido pela própria Lia Robatto. Desde o início de outubro, ela vem trabalhando com 25 jovens alunos da Escola de Dança da FUNCEB, que integra o Centro de Formação em Artes (CFA) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), vinculada da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), para recompor a coreografia.
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