10/05/2018

Nenhuma Carta (Foto: Diney Araújo)
Nenhuma Carta (Foto: Diney Araújo)
Contemplado com o Kit Difusão Teatro da Bahia da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA) a montagem teatral Nenhuma Carta traz como tema central o suicídio e tem como força motriz ser uma homenagem póstuma ao poeta baiano Alexandre Coutinho, falecido em 2013.
Trata-se de um projeto artístico vinculado ao trabalho de pesquisa de linguagem teatral de Larissa Lacerda e do grupo A Panaceia, com participações em Festivais como o do Festival Internacional Latino Americano, FILTE 2016.
Nenhuma Carta é a história de uma atriz-performer que perdeu seu amigo poeta e, junto com isso, perdeu também a memória do acontecimento e passa todo o espetáculo tentando se lembrar. A peça foi montada a partir de um dado real e autobiográfico vivido por Larissa Lacerda, e reflete sobre o suicídio, através de uma linguagem teatral imagética, poética e musical.
A produtora e integrante do grupo Camila Guilera, fala sobre os planos do futuro: “estamos trabalhando para que Nenhuma Carta volte em cartaz na cidade no mês de setembro, já que 10 de setembro é a data escolhida pela Organização Mundial de Saúde como dia de prevenção ao suicídio. Existe também uma articulação para levar o espetáculo para Fortaleza, mas infelizmente não temos ainda nenhuma viagem confirmada”, diz.
“O Kit de Difusão surge como uma ferramenta que pode fazer essa ponte entre os produtores e as possibilidades de circulação das peças. Além disso, dar visibilidade a um recorte do teatro produzido na Bahia através de um mecanismo oficial, da Secretaria de Cultura do Estado, cria um espaço de credibilidade e atratividade para nossa produção local e só tem a nos engrandecer como classe”, afirma Camila Guilera.
Panaceia Delirante – Em 2010, surgiu a A Panaceia Delirante a partir do encontro de cinco atrizes/pesquisadoras, alunas da Escola de Teatro da UFBA, interessadas em investigar caminhos para a criação, tendo as mulheres como foco da cena e discussões de sua produção. O grupo é formado por Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera, Larissa Lacerda e Lílith Marques.
Trata-se de um projeto artístico vinculado ao trabalho de pesquisa de linguagem teatral de Larissa Lacerda e do grupo A Panaceia, com participações em Festivais como o do Festival Internacional Latino Americano, FILTE 2016.
Nenhuma Carta é a história de uma atriz-performer que perdeu seu amigo poeta e, junto com isso, perdeu também a memória do acontecimento e passa todo o espetáculo tentando se lembrar. A peça foi montada a partir de um dado real e autobiográfico vivido por Larissa Lacerda, e reflete sobre o suicídio, através de uma linguagem teatral imagética, poética e musical.
A produtora e integrante do grupo Camila Guilera, fala sobre os planos do futuro: “estamos trabalhando para que Nenhuma Carta volte em cartaz na cidade no mês de setembro, já que 10 de setembro é a data escolhida pela Organização Mundial de Saúde como dia de prevenção ao suicídio. Existe também uma articulação para levar o espetáculo para Fortaleza, mas infelizmente não temos ainda nenhuma viagem confirmada”, diz.
“O Kit de Difusão surge como uma ferramenta que pode fazer essa ponte entre os produtores e as possibilidades de circulação das peças. Além disso, dar visibilidade a um recorte do teatro produzido na Bahia através de um mecanismo oficial, da Secretaria de Cultura do Estado, cria um espaço de credibilidade e atratividade para nossa produção local e só tem a nos engrandecer como classe”, afirma Camila Guilera.
Panaceia Delirante – Em 2010, surgiu a A Panaceia Delirante a partir do encontro de cinco atrizes/pesquisadoras, alunas da Escola de Teatro da UFBA, interessadas em investigar caminhos para a criação, tendo as mulheres como foco da cena e discussões de sua produção. O grupo é formado por Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera, Larissa Lacerda e Lílith Marques.

Nenhuma Carta (Foto: Diney Araújo)