16/04/2020

Não é novidade que a Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado é local conhecido como porta de entrada para aqueles que desejam iniciar os estudos na dança, e depois retornam à casa para lecionar o que aprenderam. É o caso de Douglas Rodrigues, soteropolitano de 26 anos, formado em Letras pela Universidade Federal da Bahia.
Douglas conta que começou a se interessar por dança na época em que cursava a faculdade. “Naquele período, eu gostava da dança como hobby. Quando me formei, foi aí que me interessei em me profissionalizar” diz.
Ao concluir a graduação em 2015, Douglas ingressou no Curso Profissional de Dança da Funceb e se especializou em Dança Aérea em Tecido. “Passei três anos incríveis na Escola. Aprendi demais com os professores e mestres, principalmente sobre cultura e política. Com isso, me tornei mais consciente, especialmente sobre questões raciais” explana.
Douglas conta que começou a se interessar por dança na época em que cursava a faculdade. “Naquele período, eu gostava da dança como hobby. Quando me formei, foi aí que me interessei em me profissionalizar” diz.
Ao concluir a graduação em 2015, Douglas ingressou no Curso Profissional de Dança da Funceb e se especializou em Dança Aérea em Tecido. “Passei três anos incríveis na Escola. Aprendi demais com os professores e mestres, principalmente sobre cultura e política. Com isso, me tornei mais consciente, especialmente sobre questões raciais” explana.
Foto: Arquivo Pessoal
Cinco anos depois retornou à instituição para dar aulas e mostrar todo o seu conhecimento e aprendizagem que obteve durante o período em que era estudante. “Fiz a seleção para dar aulas nos Cursos Livres, e passei, para mim foi uma alegria imensurável. A Escola de Dança é uma casa para mim, onde fiz muitos amigos que se tornaram uma família. Estar de volta como professor multiplicando a arte em que acredito é sensacional”, revela.
“Para mim, a dança é meu maior meio de comunicação, pois é através dela que expresso a minha alma e a minha verdade”, destaca. Atualmente, Douglas Rodrigues está no segundo ano como professor nos Cursos Livres, e participa do Coletivo Arte em Nós e do grupo Pétalas ao Vento, criado com o intuito de promover a difusão do circo na capital baiana.
De acordo com Douglas, a modalidade de dança aérea em tecido surgiu na China há séculos atrás, e o circo se apropriou da modalidade, passando a utilizar os trabalhos de acrobacias aéreas. “A modalidade oferece muitas técnicas para subir no tecido, técnicas para se movimentar e lidar com a gravidade fora do chão. E tudo isso só aprendemos na prática”, finaliza o professor.