28/09/2020

Premiado na categoria Teatro, do edital Calendário das Artes 2020 – 8ª edição, da Fundação Cultural do Estado da Bahia, o projeto Fragmentos de Pequenos Burgueses, oriundo de Salvador, é assinado pela artista Zeca de Abreu.
A proposta é composta por monólogos, comentários e reflexões sobre a atualidade a partir do texto teatral "Pequenos Burgueses", do dramaturgo russo Máximo Gorki (1868-1936). Os monólogos são encenados por Zeca de Abreu, Aícha Marques, Kaíka Alves e Edu Coutinho. O vídeo tem direção de Zeca de Abreu e edição de Maise Xavier.
Máximo Gorki foi um escritor, dramaturgo e ativista político russo que em 1902 escreveu Pequenos Burgueses, peça teatral, que, segundo críticos atuais, se fosse escrita hoje, não mudaria uma única palavra.
O texto foi concebido quando ele ainda se encontrava preso, e logo em sua estréia obteve um grande sucesso, mesmo com os cortes impostos pela censura Russa.
A peça critica a maneira conservadora de pensar, tão em voga novamente nos tempos atuais. Com um mosaico de situações e personagens representativos da vida russa da época, as personagens de Pequenos Burgueses vivem num meio mesquinho, revelando-se quase sempre impotentes para vencer as barreiras desse meio.
Para Zeca de Abreu “a impotência, em vários níveis, é o único elemento comum a todas elas. Cada um por seus motivos não consegue romper o asfixiante círculo repressor”.
“O vídeo provoca e levanta questões pertinentes relacionadas à nossa própria humanidade, consciência política e consciência de classe num país à beira de uma catástrofe generalizada, algo muito próximo à nossa realidade”, diz.
Zeca de Abreu – atriz, diretora, produtora e arte educadora, participou do Grupo Cereus (1991-1995), sob a direção de Hebe Alves, que tinha como proposta a pesquisa, experimentação e treinamento diário do ator.
O Cereus integrou a Rede Latina Americana de Produtores Independentes e o Projeto Novo Vila, como grupo residente do Teatro Vila Velha. Zeca participou de oficinas administradas por Harildo Deda, Carmen Paternostro, Marcio Meirelles e Fernando Guerreiro, entre outros.
Atuou em “O Homem Nu e suas Viagens” (com direção de Hebe Alves), “Um Prato de Minguau para Helga Brown” (direção de Celso Jr), “A Casa Fechada” (Márcio Meirelles), “Volpone” (Fernando Guerreiro) e “Comédia do Fim“ (Luiz Marfuz), entre outras peças.
Em 1995 recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Troféu Bahia Aplaude com a peça “Um Prato de Mingau para Helga Brown”. Em Florianópolis, ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Teatro Isnard Azevedo, com a peça “Pontapé” (1995).
Como diretora, fundou em 2003 a Cia Ouroboros de Investigação Teatral. Antiga Trupe da Zequinha, a companhia tem no currículo trabalhos como a peça H2O Uma Fórmula de Amor, com texto de Elísio Lopes Junior, montagem vencedora do Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Espetáculo InfantoJuvenil; o espetáculo Destinatário Desconhecido, versão teatral de Gil Vicente Tavares que recebeu 3indicações ao Prêmio Braskem de Teatro 2013, melhor espetáculo, melhor direção e venceu em melhor ator, e foi selecionado para representar a Bahia no Festival de Curitiba 2014, além da peça Bonde dos Ratinhos, indicada ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias melhor espetáculo infantojuvenil e especial, pela triha sonora. Zeca dirigiu Eu, Você e Todo Mundo e seu trabalho mais recente com a Ouroboros foi Distopias, considerada “uma radiografia inquietante das sociedades contemporâneas”.
A proposta é composta por monólogos, comentários e reflexões sobre a atualidade a partir do texto teatral "Pequenos Burgueses", do dramaturgo russo Máximo Gorki (1868-1936). Os monólogos são encenados por Zeca de Abreu, Aícha Marques, Kaíka Alves e Edu Coutinho. O vídeo tem direção de Zeca de Abreu e edição de Maise Xavier.
Máximo Gorki foi um escritor, dramaturgo e ativista político russo que em 1902 escreveu Pequenos Burgueses, peça teatral, que, segundo críticos atuais, se fosse escrita hoje, não mudaria uma única palavra.
O texto foi concebido quando ele ainda se encontrava preso, e logo em sua estréia obteve um grande sucesso, mesmo com os cortes impostos pela censura Russa.
A peça critica a maneira conservadora de pensar, tão em voga novamente nos tempos atuais. Com um mosaico de situações e personagens representativos da vida russa da época, as personagens de Pequenos Burgueses vivem num meio mesquinho, revelando-se quase sempre impotentes para vencer as barreiras desse meio.
Para Zeca de Abreu “a impotência, em vários níveis, é o único elemento comum a todas elas. Cada um por seus motivos não consegue romper o asfixiante círculo repressor”.
“O vídeo provoca e levanta questões pertinentes relacionadas à nossa própria humanidade, consciência política e consciência de classe num país à beira de uma catástrofe generalizada, algo muito próximo à nossa realidade”, diz.
Zeca de Abreu – atriz, diretora, produtora e arte educadora, participou do Grupo Cereus (1991-1995), sob a direção de Hebe Alves, que tinha como proposta a pesquisa, experimentação e treinamento diário do ator.
O Cereus integrou a Rede Latina Americana de Produtores Independentes e o Projeto Novo Vila, como grupo residente do Teatro Vila Velha. Zeca participou de oficinas administradas por Harildo Deda, Carmen Paternostro, Marcio Meirelles e Fernando Guerreiro, entre outros.
Atuou em “O Homem Nu e suas Viagens” (com direção de Hebe Alves), “Um Prato de Minguau para Helga Brown” (direção de Celso Jr), “A Casa Fechada” (Márcio Meirelles), “Volpone” (Fernando Guerreiro) e “Comédia do Fim“ (Luiz Marfuz), entre outras peças.
Em 1995 recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Troféu Bahia Aplaude com a peça “Um Prato de Mingau para Helga Brown”. Em Florianópolis, ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Teatro Isnard Azevedo, com a peça “Pontapé” (1995).
Como diretora, fundou em 2003 a Cia Ouroboros de Investigação Teatral. Antiga Trupe da Zequinha, a companhia tem no currículo trabalhos como a peça H2O Uma Fórmula de Amor, com texto de Elísio Lopes Junior, montagem vencedora do Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Espetáculo InfantoJuvenil; o espetáculo Destinatário Desconhecido, versão teatral de Gil Vicente Tavares que recebeu 3indicações ao Prêmio Braskem de Teatro 2013, melhor espetáculo, melhor direção e venceu em melhor ator, e foi selecionado para representar a Bahia no Festival de Curitiba 2014, além da peça Bonde dos Ratinhos, indicada ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias melhor espetáculo infantojuvenil e especial, pela triha sonora. Zeca dirigiu Eu, Você e Todo Mundo e seu trabalho mais recente com a Ouroboros foi Distopias, considerada “uma radiografia inquietante das sociedades contemporâneas”.
O vídeo está disponível no canal da Funceb no Youtube. Acesse aqui!
Fotos: Divulgação