19/07/2021

Foto: reprodução Avoador
A Fundação Cultural do Estado da Bahia lamenta a morte do fotojornalista baiano Rogério Ferrari, 56 anos, em Salvador, nesta segunda-feira (19). Rogério estava internado no Hospital Santo Antônio, e vinha enfrentando um tipo raro de câncer.
O fotojornalista é conhecido por ter se engajado em causas sociais. Desde 1986, desenvolvia reportagens fotográficas no Brasil e em diversas partes do mundo, como: Mães da Praça de Maio, Crise dos Balseiros (Cuba), Intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, Mulheres Maias (México-Guatemala), Rebelião Zapatista (México), Refugiados do Curdistão, e A Ocupação Israelense na Palestina, recentemente editada no livro “Palestina – A Eloqüência do Sangue”.
Rogério também trabalhou em importantes veículos de comunicação, como as revistas Veja e Carta Capital, a revista Acción (Argentina) e Periódico El Tiempo (México); além das agências de notícias Reuters e Prensa Latina (Cuba).
A família decidiu pela cremação do corpo que está marcada para acontecer nesta terça-feira (20) na capital baiana.
O fotojornalista é conhecido por ter se engajado em causas sociais. Desde 1986, desenvolvia reportagens fotográficas no Brasil e em diversas partes do mundo, como: Mães da Praça de Maio, Crise dos Balseiros (Cuba), Intervenção das Forças Armadas no Rio de Janeiro, Mulheres Maias (México-Guatemala), Rebelião Zapatista (México), Refugiados do Curdistão, e A Ocupação Israelense na Palestina, recentemente editada no livro “Palestina – A Eloqüência do Sangue”.
Rogério também trabalhou em importantes veículos de comunicação, como as revistas Veja e Carta Capital, a revista Acción (Argentina) e Periódico El Tiempo (México); além das agências de notícias Reuters e Prensa Latina (Cuba).
A família decidiu pela cremação do corpo que está marcada para acontecer nesta terça-feira (20) na capital baiana.