29/03/2022

Foto: Jamile Coelho
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), em parceria com a Fundação Hansen Bahia, está realizando o translado do acervo de Roque Araújo, com mais de 8 mil peças que retratam a memória da produção cinematográfica na Bahia. O acervo será
Instalado atualmente em um prédio do IPAC na Rua 25 de março, em Cachoeira, o acervo será abrigado em um dos três imóveis da Fundação Hansen que receberá um investimento de R$ 250 mil em projetos de restauração.
De acordo com o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, a intenção é oferecer ao acervo um acondicionamento adequado, e todo o processo está sendo acompanhado pelo proprietário Roque Araújo, além de técnicos especializados do IPAC.
Responsável pelas políticas de preservação e valorização do audiovisual no estado, a Funceb, por meio de sua Diretoria de Audiovisual (Dimas), acompanha a movimentação em torno deste acervo, por conta das políticas que a Dimas vem implementando com o Grupo de Trabalho em Políticas de Preservação e Memória Audiovisual, a Cinemateca da Bahia e as discussões que vem mobilizando em prol da memória do cinema baiano. A intenção é contribuir na mediação entre Roque Araújo, instituições e governo local, em Cachoeira, no sentido de mediar um plano para a devida restruturação do acervo e instalação do Museu do Cinema.
Conheça mais sobre Roque Araújo e sua relação com o cinema no estado.
Instalado atualmente em um prédio do IPAC na Rua 25 de março, em Cachoeira, o acervo será abrigado em um dos três imóveis da Fundação Hansen que receberá um investimento de R$ 250 mil em projetos de restauração.
De acordo com o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, a intenção é oferecer ao acervo um acondicionamento adequado, e todo o processo está sendo acompanhado pelo proprietário Roque Araújo, além de técnicos especializados do IPAC.
Responsável pelas políticas de preservação e valorização do audiovisual no estado, a Funceb, por meio de sua Diretoria de Audiovisual (Dimas), acompanha a movimentação em torno deste acervo, por conta das políticas que a Dimas vem implementando com o Grupo de Trabalho em Políticas de Preservação e Memória Audiovisual, a Cinemateca da Bahia e as discussões que vem mobilizando em prol da memória do cinema baiano. A intenção é contribuir na mediação entre Roque Araújo, instituições e governo local, em Cachoeira, no sentido de mediar um plano para a devida restruturação do acervo e instalação do Museu do Cinema.
Conheça mais sobre Roque Araújo e sua relação com o cinema no estado.
Com informações do IPAC.