03/11/2022

Profissional criativo, multidisciplinar e bacharel em Humanidades pela Universidade Federal da Bahia, Lucas Ribeiro, de Salvador, é um dos selecionados para a 8ª edição da Residência Artística para Escritores, promovida pela Fundação Cultural do Estado da Bahia em parceria com o Instituto Sacatar, na Ilha de Itaparica. A Residência Artística teve início em 24 de outubro e vai até 19 de dezembro de 2022.
A aposta de Lucas é na escrita de roteiro do curta-metragem "Não sorria para a câmera". A ficção tem como protagonista Fabiana, uma mulher negra, mãe solteira e policial exemplar. Recém promovida a tenente-coronel da Polícia Militar da Bahia, e designada para trabalhar no órgão de inteligência da PM, ela monitora as inúmeras câmeras espalhadas pela capital baiana.
A obra é baseada em dados da Rede de Observatórios de Segurança, que mostram que em cinco estados brasileiros 90,5% dos presos por reconhecimento facial são negros. "Não sorria para a cãmera" vai abordar essa temática, como também, questões de relações familiares, violência de gênero e racismo.
Lucas comenta que o Instituto Sacatar é o ambiente ideal para qualquer artista desenvolver seu trabalho.
"Essa escrita na Residência Artística do Sacatar tem sido também uma maneira de entendimento sobre meus processos e minhas formas de concepção. Como também, as trocas e experiências com os outros residentes que têm sido extremamente ricas e proveitosas". Sem contar a experiência geográfica, conhecendo lugares de Itaparica que eu não conhecia e entendendo o motivo deste lugar ser tão potente e especial", diz.
Lucas Ribeiro também é graduando em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA, membro do grupo de Pesquisa Corpo, Discurso e Território e realizador audiovisual, com criações com foco na cidade e nas suas múltiplas formas de ocupação.
E mais...
Para esta edição da Residência no Sacatar foram selecionados também: Nelson Maca com a proposta Thank You, Exu; Bárbara Pessoa, com Antessala; Sanara Rocha, com "Variações Sobre Ostinato Percussivo" e Cris Rosa, com a proposta Andografias da minha avó.
Saiba mais sobre quem já passou pelo projeto AQUI.
A aposta de Lucas é na escrita de roteiro do curta-metragem "Não sorria para a câmera". A ficção tem como protagonista Fabiana, uma mulher negra, mãe solteira e policial exemplar. Recém promovida a tenente-coronel da Polícia Militar da Bahia, e designada para trabalhar no órgão de inteligência da PM, ela monitora as inúmeras câmeras espalhadas pela capital baiana.
A obra é baseada em dados da Rede de Observatórios de Segurança, que mostram que em cinco estados brasileiros 90,5% dos presos por reconhecimento facial são negros. "Não sorria para a cãmera" vai abordar essa temática, como também, questões de relações familiares, violência de gênero e racismo.
Lucas comenta que o Instituto Sacatar é o ambiente ideal para qualquer artista desenvolver seu trabalho.
"Essa escrita na Residência Artística do Sacatar tem sido também uma maneira de entendimento sobre meus processos e minhas formas de concepção. Como também, as trocas e experiências com os outros residentes que têm sido extremamente ricas e proveitosas". Sem contar a experiência geográfica, conhecendo lugares de Itaparica que eu não conhecia e entendendo o motivo deste lugar ser tão potente e especial", diz.
Lucas Ribeiro também é graduando em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA, membro do grupo de Pesquisa Corpo, Discurso e Território e realizador audiovisual, com criações com foco na cidade e nas suas múltiplas formas de ocupação.
E mais...
Para esta edição da Residência no Sacatar foram selecionados também: Nelson Maca com a proposta Thank You, Exu; Bárbara Pessoa, com Antessala; Sanara Rocha, com "Variações Sobre Ostinato Percussivo" e Cris Rosa, com a proposta Andografias da minha avó.
Saiba mais sobre quem já passou pelo projeto AQUI.