#8M – Mulheres nas Artes Visuais é tema de homenagem da Funceb nas redes sociais

13/03/2023
No Mês das Mulheres, a Funceb continua a homenagear mulheres importantes na constituição das políticas públicas para as Artes. Desta vez as homenagens são para mulheres artistas das diversas linguagens abraçadas peça Funceb: Música, Dança, Literatura, Teatro, Artes Visuais, Circo. Conheça algumas destas grandes artistas da nossa terrinha:
Confira abaixo algumas mulheres notáveis das Artes Visuais em nosso estado:

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Foto Alexandra Dumas


Ana Dumas

Ana Dumas, aka Blecape, é artista multimídia, graduada em Filosofia (UFBA,2006), e se define como Ideas Jockey (IJ), uma “deejay de ideias,  conceitos, pensamentos” (por Ronaldo Bispo, aka IJ Abutre). Em 2009,  idealizou o CARRINHO MULTIMÍDIA, um mix de arte e comunicação ambulante, inspirada nos carrinhos de café baianos. Com o Carrinho multimídia, participou da II Trienal de Luanda (Angola, 2010); 16ª Bienal de Cerveira (Portugal, 2011); Gay Pride (Roma, Itália, 2012); ESTO NO ES UN MUSEO (exposição coletiva, não-presencial: Espanha,  México, EUA, Slovenia, Chile, Brasil, 2011-2015); Furdunço (Carnaval de Salvador/BA, 2017); Valongo – Festival Internacional da Imagem (Santos/SP, 2018). Em 2021, lançou o ebook BRAU_MANIFESTO BRASILEIRA  UNIVERSAL! e a exposição virtual COLÔNIA VÍRUS_SINCE 1500, ambos premiados pelo Programa Aldir Blanc Bahia. Colônia vírus since 1500 integrou a programação artística da 13ª edição do FIAC – Festival Internacional de Artes Cênicas (2021). Em 2022, foi selecionada para a 64ª Edição do Salão de Artes Visuais da Bahia, com a obra Não replique o colônia vírus. Em 2022 foi também selecionada como artista residente do projeto Estúdio de Rua: Mali-Bahia, do Estúdio África Bahia, realizado em Salvador/BA, onde participou do Festival Estúdio África – Nordeste de Amaralina.


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Lita Crequeira

Fotógrafa brasileira, nascida em Salvador mora entre Bahia e Rio de Janeiro. Reconhecida por registrar a cultura negra brasileira, sua produção desponta aos 19 anos como fotógrafa autodidata e no cinema brasileiro, trabalhando como produtora fotográfica ao lado de Glauber Rocha, Neville de Almeida, Nelson Pereira dos Santos, entre outros, além de atuar no registro de importantes artistas da música como Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa, e ter suas fotos impressas em livros, revistas, capas e encartes de discos. Já expôs em países como França, Itália e Alemanha.



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Ana Fraga

Nascida em São Félix, Recôncavo Baiano, Mestre e Doutoranda, Artes Visuais pelo PPGAV/UFBA. Contemplada duas vezes com o prêmio Matilde Matos. Foi destaque na Bienal do Recôncavo. Premiada nos Salões Regionais de Artes Plásticas da Bahia nos anos 2008/2009 e em 2022 recebeu Menção Honrosa. Em 2014 realizou individual intitulado "Escombros" com curadoria de Sonia Rangel, no mesmo ano sua terceira individual Nós, Curadoria de Rogeria Maciel. Em 2017 participou da Bienal de Cerveira em Portugal com a obra `"Tombado''. Em 2020 recebe o Prêmio Jorge Portugal, Rio de Tudo Isso II, de curadoria  Rogeria Maciel. Em 2022 realiza mais um individual com o título A Falsa Baiana , com curadoria de Clarissa Diniz. Faz parte do  grupo de Pesquisa da UFRB sobre Arte e Espiritualidade  e atua com projetos junto ao Coletivo de Mulheres Catarina do Paraguaçu, realizando oficinas e ou  coordenando Projetos. Como artista sua produção utiliza as linguagens da Performance, da Instalação e do desenho com temas sobre as mulheres e as violências que afetam a sociedade contemporânea.

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Ani Ganzala

Grafiteira/artista visual,  mãe, afroindígena, localizada em Salvador - Brasil, meu trabalho gira em torno da afetividade e espiritualidade das mulheres e pessoas negras LGBTQI+ e a valorização da natureza e todo ecossistema em que habitamos.


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Foto Rafael Santos

Sandra Silva
Performer, artista circense, bailarina, atriz, sonhadora, resiliente, baiana, Mulher...  Premiada pelo Salões de Artes Visuais da Bahia, 64° edição, ano 2022 tem em sua carreira inúmeras apresentações tais como: no Teatro Municipal de Uberlândia - MG os espetáculos O Aviador e O Príncipe, no Teatro Municipal de São Paulo e no Festival Internacional de Circo (FIC) o espetáculo Obstáculos, no Centro de Memória do Circo variados números circenses. No Centro de Cultura Amélio Amorim participou do Festival Nacional de Teatro (FENATIFS) em Feira de Santana-BA e atualmente integra o grupo de mulheres com o espetáculo Humanas em São Paulo - SP.

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Silvânia Cerqueira
Filha de Luciene e Raimundo, valentense, performer, artista visual,  formada em Comunicação Social pela Universidade do Estado da Bahia e Licenciada em Teatros, atualmente  pesquisadora Capes na condição de mestranda da Linha de Processos Criativos na Escola de Belas Artes. Em minhas produções busco unir as narrativas ancestrais e  as de agora longe dos estereótipos, pois eu sou o desvio de tudo que negaram aos meus ancestrais, diferente de meus pais domino as letras das artes, via pela qual venho tentando inscrever a mim e as que me regem no mundo.


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Vania Nogueira
Graduada em Nutrição pela Faculdade de Ilhéus e graduanda em Licenciatura em Teatro pela UFBA. É Atriz, Palhaça, Drag King, Produtora Cultural e Maquiadora. É uma das fundadoras da Cia. de Teatro Mistura de Ibotirama. Faz parte da Rede de Teatro do Velho Chico, coletivo de mulheres da Rede. Possui pesquisa e estudos na linha da palhaçaria e arte Drag, com o Coletivo “As Madallenas” e com coletivo Arte Drag Sul Bahia da cidade de Ilhéus e com as Drags do Maktub. Como atriz, trabalhou em espetáculos dirigidos por Aliomar Pereira, Gilberto Morais, Yleci Ramos, Tânia Barbosa e Fábio Nascimento, dentre outros. 
 
 
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Foto Ismael Silva


Vilma Neres
Baiana de Ipirá, fotógrafa, jornalista e mestra em Relações Étnico-Raciais (Cefet/RJ). É autora da dissertação "Trajetórias e olhares não convexos das (foto)escre(vivências): condições de atuação e de (auto)representação de fotógrafas negras e de fotógrafos negros contemporâneos" e do ebook "A escrita com a luz das fotoescrevivências", ambas publicações apresentam reflexões em torno da prática fotográfica e da vivência social de fotógrafas(os) negras(os). O ebook foi publicado em 2021, com recursos do Prêmio Jorge Portugal da Fundação Cultural do Estado da Bahia, via Lei Aldir Blanc. 

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