25/08/2023

A Fundação Cultural do Estado da Bahia, através do Centro de Formação em Artes (FUNCEB/CFA) realizou o Cortejo Sob o Sol da Liberdade, na última terça-feira (22), levando diversas manifestações artísticas para as ruas do Pelourinho. A atividade teve foco nas comemorações voltadas ao bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, reunidas em 19 alas que representaram os processos criativos da Escola de Dança da FUNCEB.
As alas formaram um grande tapete cultural, reunindo mais de 500 estudantes da Escola de Dança e do Núcleo Nordeste de Amaralina, sob orientação de professoras e professores que enalteceram, através de coreografias, a diversidade cultural da Bahia. Sob o Sol da Liberdade foi completado com artistas da Banda percussiva Didá, formada exclusivamente por mulheres; além do afoxé dos Filhos de Gandhy e toda simpatia do mais belo dos belos, como é conhecido o bloco afro Ilê Aiyê.
Para a Diretora Geral da FUNCEB, Piti Canella, “a retomada do cortejo no Centro Histórico de Salvador é um marco fortalecedor para a cultura local”.
As alas formaram um grande tapete cultural, reunindo mais de 500 estudantes da Escola de Dança e do Núcleo Nordeste de Amaralina, sob orientação de professoras e professores que enalteceram, através de coreografias, a diversidade cultural da Bahia. Sob o Sol da Liberdade foi completado com artistas da Banda percussiva Didá, formada exclusivamente por mulheres; além do afoxé dos Filhos de Gandhy e toda simpatia do mais belo dos belos, como é conhecido o bloco afro Ilê Aiyê.
Para a Diretora Geral da FUNCEB, Piti Canella, “a retomada do cortejo no Centro Histórico de Salvador é um marco fortalecedor para a cultura local”.

Ela finaliza lembrando que, “a data também serve para aproveitarmos a alegria das crianças e celebrarmos com elas, revivermos e mostrarmos a alegria de viver, festejando com o que a gente já tem, com o que somos e de onde viemos”.
O Diretor do Centro de Formação em Artes da FUNCEB, Jacson do Espírito Santo, reiterou a importância de mediar esse fazer artístico com as pessoas que frequentam a Escola de Dança da FUNCEB.
“A equipe tem a preocupação de que todas as pessoas ali, na sua forma mais diversa, consigam ter relações confortáveis. Existe um quadro diverso dentro desse processo, de corpo distintos, que a gente precisa respeitar e trabalhar da forma mais coerente”, disse.

Filipe Maroto, estudante da Escola de Dança da FUNCEB exalava alegria após a conclusão de mais um trabalho como artista da dança. “Estar na Escola de Dança é gratificante e nos faz lembrar todos os dias de onde viemos e onde desejamos chegar na Dança. Aqui está tudo que aprendi e eu desejo muito mais”, comentou.
Pela primeira vez no Pelourinho, a turista Capixaba, Luana Torres, de 39 anos estava em Salvador e foi pega de surpresa com o cortejo artístico.
“Foi lindo ver de perto pessoas representando os blocos afros da Bahia, que eu só conhecia por vídeos. Não resisti e cai na dança, mas parei para tietar a quantidade de artistas que estavam no cortejo. As alas das crianças traziam, de fato, a esperança de que há possibilidade de um mundo mais justo através da cultura”, falou.
Binho Lopes é morador do Centro Histórico e comentou que, “a Escola de Dança da FUNCEB é de grande importância para as pessoas que moram no centro. Grande parte da população que está ligada nas artes já teve alguma experiência com a Escola”.
“Estou muito feliz com as apresentações e desejo que possamos conscientizar ainda mais as pessoas sobre a força que a cultura tem na formação do ser humano. A arte me salvou e salva vidas”, comentou.
Pela primeira vez no Pelourinho, a turista Capixaba, Luana Torres, de 39 anos estava em Salvador e foi pega de surpresa com o cortejo artístico.
“Foi lindo ver de perto pessoas representando os blocos afros da Bahia, que eu só conhecia por vídeos. Não resisti e cai na dança, mas parei para tietar a quantidade de artistas que estavam no cortejo. As alas das crianças traziam, de fato, a esperança de que há possibilidade de um mundo mais justo através da cultura”, falou.
Binho Lopes é morador do Centro Histórico e comentou que, “a Escola de Dança da FUNCEB é de grande importância para as pessoas que moram no centro. Grande parte da população que está ligada nas artes já teve alguma experiência com a Escola”.
“Estou muito feliz com as apresentações e desejo que possamos conscientizar ainda mais as pessoas sobre a força que a cultura tem na formação do ser humano. A arte me salvou e salva vidas”, comentou.

O cortejo artístico foi inspirado na mostra Sob o Sol da Liberdade, apresentada no TCA, em 2022, sob direção de Márcio Fidelis e Eduardo Hunter e adaptado para apresentação livre pelas ruas do Pelourinho
A coordenadora do Curso Preparatório na Escola de Dança da FUNCEB, Rose Bárbara, comentou que, “a coordenação pensou na importância de apresentar o cortejo nas ruas do Centro Histórico, como colaboração para o conhecimento das pessoas estudantes, promovendo o intercâmbio e reafirmando o compromisso da Fundação com os movimentos culturais locais.
“Vivenciar esse espaço aberto é muito importante para o aluno, porque uma coisa é dançar na sala de aula, outra coisa é dançar nas ruas, para familiares, amigos, turistas e a comunidade do Pelourinho”, finalizou.
Atualmente, a Escola de Dança da Funceb oferta 40 modalidades da dança, atendendo aproximadamente 2.500 pessoas semanalmente, entre matrículas regulares nos cursos: Preparatório; Profissional; Cursos Livres e Núcleos Extensão (unidades integradas ao CFA, com a finalidade de descentralizar a proposta metodológica da Escola), além da oferta de ações extensionistas e fomento a grupos, coletivos e artistas independentes via cessão de uso de espaço.

Fotos Lucas Malkut