Consolidar a Bahia como um polo estratégico para o setor audiovisual no Brasil, abrindo novas possibilidades de desenvolvimento econômico e cultural, é o compromisso do Governo da Bahia com a Bahia Filmes, primeira empresa estadual do audiovisual do país. O projeto de Lei para criação da Bahia Filmes foi encaminhado para a Assembleia Legislativa (ALBA), na manhã dessa terça-feira (08.10), em ato realizado no gabinete do governador Jerônimo Rodrigues, com a presença do chefe do Estado, além da Ministra da Cultura do Brasil Margareth Menezes, do secretário de Cultura Bruno Monteiro, autoridades e representante do setor do audiovisual na Bahia.
A Bahia Filmes vai promover o desenvolvimento socioeconômico, artístico, cultural, científico, tecnológico e inovativo da atividade audiovisual no Estado da Bahia, setor que atraiu mais de R$160 milhões para o Estado nos últimos anos. A empresa, no formato de economia mista, vai ajudar a preservar a memória e a fortalecer a identidade do povo baiano através do cinema e audiovisual da Bahia, reconhecido internacionalmente.
Para o Secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, a iniciativa vai dinamizar a economia baiana, fomentando produções audiovisuais no estado e potencializando políticas públicas pro setor. “A Bahia Filmes é um compromisso firmado pelo Governo da Bahia, a partir da escuta da demanda histórica da sociedade civil. Além de ser um catalisador da cadeia produtiva do audiovisual no estado, a empresa vai potencializar a indústria do cinema e vídeo que tanto contribui para a sedimentar e dar visibilidade à nossa riqueza cultural”, garante.
Quando aprovada pela Casa Legislativa baiana e sancionada pelo Governador, a Bahia Filmes, vinculada à Secretaria de Cultura da Bahia, estimulará o investimento privado a partir do Fundo Setorial do Audiovisual e Leis de Incentivo ao setor, captará recursos na Agência Nacional do Cinema (Ancine), distribuirá filmes em salas de cinema, canais de TV e Streaming em parceria com iniciativa privada, além de atuar na operação de salas públicas de cinemas, na atração de filmagens feitas por produtoras de fora da Bahia e na estruturação de novos negócios do audiovisual.