03/07/2015
A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), lamenta a morte de Carlos Moraes, artista fundamental para a consolidação da dança profissional na Bahia. O gaúcho veio temporariamente para a Bahia em 1971, para substituir um professor de balé, e radicou-se no estado. Foi um dos fundadores do Balé Teatro Castro Alves, no qual também assumiu a função de coreógrafo, diretor e professor. Dirigiu o Ballet Brasileiro da Bahia e a Cia. Ilimitada de Dança, composta por dançarinos veteranos do BTCA, criada sob os auspícios da Fundação Cultural do estado da Bahia – FUNCEB, em 2004.
Em 1998 Carlos Moraes recebeu a medalha de honra ao Mérito do governo do estado, por serviços prestados à dança na BAHIA. Em 2015 ele foi condecorado com a comenda 2 de Julho, a maior condecoração do estado.
Carlos Moraes foi coreógrafo da TV Excelsior (1963), Globo (1965) e Tupi (1970); do grupo Vivabahia (1971), do Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1977), do Ballet Cisne Negro (1986). Em mais de meio século de dança, Carlos Moraes associou o ensino da dança clássica e a concepção da dança cênica com o campo sociocultural. O artista trabalhou com balé clássico, dança moderna, dança afro e manifestações do folclore, como a capoeira. Seus espetáculo eram concebidos a partir de uma matriz miscigenada.
Carlos Moraes estudou música, direito e teatro na juventude. Em 1957 tornou-se aluno de Tony Seitz Petzhold, da escola alemã. Em 1961 entrou para o Corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro como bailarino, vindo a ser Maître de ballet desta companhia em 1977. Estudou também com Marina Fedossejeva, Eugenia Feodorova, Tatiana Leskova, Agripina Yakovlevna Vaganova, Olga Preobrajenskaya, Harald Lander, William Dollar e Arthur Mitchel. Estudou com Mercedes Batista as técnicas de dança afro.
O velório de Carlos Moraes acontece hoje, às 19h, no Palácio da Aclamação, Centro.
Em 1998 Carlos Moraes recebeu a medalha de honra ao Mérito do governo do estado, por serviços prestados à dança na BAHIA. Em 2015 ele foi condecorado com a comenda 2 de Julho, a maior condecoração do estado.
Carlos Moraes foi coreógrafo da TV Excelsior (1963), Globo (1965) e Tupi (1970); do grupo Vivabahia (1971), do Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1977), do Ballet Cisne Negro (1986). Em mais de meio século de dança, Carlos Moraes associou o ensino da dança clássica e a concepção da dança cênica com o campo sociocultural. O artista trabalhou com balé clássico, dança moderna, dança afro e manifestações do folclore, como a capoeira. Seus espetáculo eram concebidos a partir de uma matriz miscigenada.
Carlos Moraes estudou música, direito e teatro na juventude. Em 1957 tornou-se aluno de Tony Seitz Petzhold, da escola alemã. Em 1961 entrou para o Corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro como bailarino, vindo a ser Maître de ballet desta companhia em 1977. Estudou também com Marina Fedossejeva, Eugenia Feodorova, Tatiana Leskova, Agripina Yakovlevna Vaganova, Olga Preobrajenskaya, Harald Lander, William Dollar e Arthur Mitchel. Estudou com Mercedes Batista as técnicas de dança afro.
O velório de Carlos Moraes acontece hoje, às 19h, no Palácio da Aclamação, Centro.