Organizações que atuam pelo viés social, atrelando formação e artes se reuniram com gestores da Fundação, na tarde desta segunda
“Crise é momento de arregaçar as mangas e virar a mesa. E virar a mesa é mais fácil em grupo”, considerou Beth Vieira, do CRIA. “A gente não vai se transformar. A gente agora se aproxima de uma Fundação Cultural que, penso, tem uma visão contemporânea de que podemos colaborar com algo, juntos”, posicionou-se Regina Moura.
Fernanda Tourinho citou sua trajetória como coordenadora do Centro de Formação do Projeto Axé para enfatizar que as parcerias a serem firmadas entre as associações e FUNCEB apontam para novas perspectivas. “O diferencial deste trabalho social é que estaremos unindo esforços com organizações que trabalham com a arte em busca da formação, vamos levantar esta bandeira em busca de um novo reposicionamento”.
Marle Macedo salientou que as ONGs e demais associações com trabalhos sociais relacionados com a cultura da Bahia são reconhecidas por seu trabalho: “O que a gente pode, como Estado é fazer um reconhecimento deste grande patrimônio, que é a produção de conhecimento. Muitas pessoas que passaram por estes projetos viveram uma história completamente diferente do que o roteiro havia marcado para eles”.