FUNCEB Inicia diálogo com representantes de associações

15/02/2016
 Organizações que atuam pelo viés social, atrelando formação e artes se reuniram  com gestores da Fundação, na tarde desta segunda-feira, 15.02

Organizações que atuam pelo viés social, atrelando formação e artes se reuniram  com gestores da Fundação, na tarde desta segunda


Organizações que atuam pelo viés social, atrelando formação e artes se reuniram  com gestores da Fundação, na tarde desta segunda-feira, 15.02, iniciando diálogo sobre prováveis parcerias no desenvolvimento de projetos que atendam ao ideal de educação a partir das linguagens artísticas. Os representantes foram: Eduardo Torres e Beth Ponte (Neojiba), Regina Moura e Carmelia Sampaio (Projeto Axé), Elismar Lima e Renato Arruda (TV Pelourinho), Bianca Araújo (Teatro Vila Velha), Beth Vieira (CRIA), Luciano Simões (Cipó Comunicação Interativa, Isabel Gouvêa (Cipó/Kabum) e Fabiana Marques (Rumplezzinho). Participaram desta primeira reunião, da FUNCEB, a diretora Fernanda Tourinho, a diretora do CFA Marle Macedo, com os assessores Mércia Queiroz e Cláudio a diretora da Diretoria das Artes, Lia Silveira, o Relações Institucionais, Kuka Matos. 

“Crise é momento de arregaçar as mangas e virar a mesa. E virar a mesa é mais fácil em grupo”, considerou Beth Vieira, do CRIA. “A gente não vai se transformar. A gente agora se aproxima de uma Fundação Cultural que, penso, tem uma visão contemporânea de que podemos colaborar com algo, juntos”, posicionou-se Regina Moura.

Fernanda Tourinho citou sua trajetória como coordenadora do Centro de Formação do Projeto Axé para enfatizar que as parcerias a serem firmadas entre as associações e FUNCEB apontam para novas perspectivas. “O diferencial deste trabalho social é que estaremos unindo esforços com organizações que trabalham com a arte em busca da formação, vamos levantar esta bandeira em busca de um novo reposicionamento”.

Marle Macedo salientou que as ONGs e demais associações com trabalhos sociais relacionados com a cultura da Bahia são reconhecidas por seu trabalho: “O que a gente pode, como Estado é fazer um reconhecimento deste grande patrimônio, que é a produção de conhecimento. Muitas pessoas que passaram por estes projetos viveram uma história completamente diferente do que o roteiro havia marcado para eles”.