12/12/2017

O Festival Estudantil de Artes Cênicas – FESTAC chega ao seu segundo ano querendo discutir como é criar, produzir e gerir montagens cênicas dentro das escolas secundaristas e universidades de Artes Cênicas baianas. Em 2017, o festival realizado numa parceria entre os coletivos teatrais COATO e COOXIA, e a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (ETUFBA) ocorre entre os dias 08 e 17 de dezembro, em vários espaços culturais da cidade e ocupando ruas do centro soteropolitano.
Para os realizadores, o intuito do FESTAC – ano II é ser mais um espaço possível de encontro entre artistas criadores que estão em processo de formação. Além disso, busca ampliar o diálogo da produção universitária com diferentes públicos a partir da ampliação no acesso as mesmas; e promover intercâmbios artísticos e profissionais. Ao todo, em 2017, foram recebidas 53 propostas de espetáculos nas áreas de Teatro, Dança, Performance e Circo, dentro da caixa ou ao ar livre.
Para a curadoria de todo esse material, o FESTAC ano II contou com o crivo de profissionais renomados das artes cênicas baianas: Ana Paolilo (Gestora Cultura do Teatro Sesc Senac Pelourinho e curadora do Palco Giratório), Ivani Santana (Professora do Instituto de Humanidades Artes e Ciências da UFBA) e Thiago Carvalho (Produtor Cultural e Diretor de Teatro). Ao todo, foram selecionados 12 espetáculos da capital e do interior do Estado (Feira de Santana, Ilhéus, Jequié e Santo Antônio de Jesus).
Para Erick Saboya, a participação em festivais de teatro “é uma ótima oportunidade de trocar com outros grupos que estejam também em formação de forma que seja absorvido, através da vivência e diálogo, outras maneiras de se aprender teatro e assim ampliar os próprios métodos e maneiras de executar a arte. Será também uma ótima oportunidade para o amadurecimento do espetáculo (e intrinsecamente de todos os envolvidos), pois está viabilizando uma "segunda temporada" (de apenas uma apresentação!) e aperfeiçoamento da nossa práxis”.
Ele avalia que os festivais são “uma poderosa plataforma para o alcance de um público mais ampliado”. “Nesse momento, vemos uma necessidade de amplitude do alcance do discurso que o texto proporciona e levar para rua é mais que premente. Além de discutir a evasão de público do teatro, pois na rua o público espontâneo recebe nossa mensagem de forma inesperada e é nisso que acreditamos ser eficaz quanto a absorção dos valores que o teatro deva passar”, realça Saboya.
Para fechar a programação, o espetáculo de dança Só não me acorde antes, obra do GDC - Grupo de Dança Contemporânea da Escola de Dança da UFBA, que utiliza o mundo mágico, do sonho e onírico para falar da ressignificação do indivíduo como processo para a significação coletiva e vice-versa. A diretora do espetáculo Daniela Guimarães explica que a montagem trabalha com a improvisação e criação em tempo real, e a relação entre dança, música, luz e cinema.
Com ingressos a preços populares, com valores de R$8,00 (inteira) e R$4,00 (meia), o FESTAC ocupará os seguintes espaços culturais da cidade: Teatro Martim Gonçalves, Teatro Xisto Bahia, Teatro Gregório de Matos, Espaço Cultural da Barroquinha, Teatro Sesi Rio Vermelho e o Teatro do Movimento da Escola de Dança da UFBA. A apresentação de O Auto da Barca do Camiri ocorrerá na Praça do Campo Grande e será gratuita.
Além das apresentações artísticas, o FESTAC oferecerá gratuitamente 06 oficinas artísticas, sessões de diálogos com as produções participantes e artistas pesquisadores que dialoguem com o seu modo de fazer; e um Workshop de Crítica Cultural, que tem como facilitadores dois redatores da Revista Barril, Daniel Guerra e Igor Albuquerque, especializada em crítica.
O objetivo das sessões de diálogo com os artistas dos espetáculos e da mesa é possibilitar uma troca de convivência sobre diferentes pontos de vistas em relação de como foi viabilizar a produção do seu processo artístico, além de possibilitar que as produções saiam nutridas de outras perspectivas e maneiras de se gerir produções ainda em contexto estudantil.
Para os realizadores, o intuito do FESTAC – ano II é ser mais um espaço possível de encontro entre artistas criadores que estão em processo de formação. Além disso, busca ampliar o diálogo da produção universitária com diferentes públicos a partir da ampliação no acesso as mesmas; e promover intercâmbios artísticos e profissionais. Ao todo, em 2017, foram recebidas 53 propostas de espetáculos nas áreas de Teatro, Dança, Performance e Circo, dentro da caixa ou ao ar livre.
Para a curadoria de todo esse material, o FESTAC ano II contou com o crivo de profissionais renomados das artes cênicas baianas: Ana Paolilo (Gestora Cultura do Teatro Sesc Senac Pelourinho e curadora do Palco Giratório), Ivani Santana (Professora do Instituto de Humanidades Artes e Ciências da UFBA) e Thiago Carvalho (Produtor Cultural e Diretor de Teatro). Ao todo, foram selecionados 12 espetáculos da capital e do interior do Estado (Feira de Santana, Ilhéus, Jequié e Santo Antônio de Jesus).
Para Erick Saboya, a participação em festivais de teatro “é uma ótima oportunidade de trocar com outros grupos que estejam também em formação de forma que seja absorvido, através da vivência e diálogo, outras maneiras de se aprender teatro e assim ampliar os próprios métodos e maneiras de executar a arte. Será também uma ótima oportunidade para o amadurecimento do espetáculo (e intrinsecamente de todos os envolvidos), pois está viabilizando uma "segunda temporada" (de apenas uma apresentação!) e aperfeiçoamento da nossa práxis”.
Ele avalia que os festivais são “uma poderosa plataforma para o alcance de um público mais ampliado”. “Nesse momento, vemos uma necessidade de amplitude do alcance do discurso que o texto proporciona e levar para rua é mais que premente. Além de discutir a evasão de público do teatro, pois na rua o público espontâneo recebe nossa mensagem de forma inesperada e é nisso que acreditamos ser eficaz quanto a absorção dos valores que o teatro deva passar”, realça Saboya.
Para fechar a programação, o espetáculo de dança Só não me acorde antes, obra do GDC - Grupo de Dança Contemporânea da Escola de Dança da UFBA, que utiliza o mundo mágico, do sonho e onírico para falar da ressignificação do indivíduo como processo para a significação coletiva e vice-versa. A diretora do espetáculo Daniela Guimarães explica que a montagem trabalha com a improvisação e criação em tempo real, e a relação entre dança, música, luz e cinema.
Com ingressos a preços populares, com valores de R$8,00 (inteira) e R$4,00 (meia), o FESTAC ocupará os seguintes espaços culturais da cidade: Teatro Martim Gonçalves, Teatro Xisto Bahia, Teatro Gregório de Matos, Espaço Cultural da Barroquinha, Teatro Sesi Rio Vermelho e o Teatro do Movimento da Escola de Dança da UFBA. A apresentação de O Auto da Barca do Camiri ocorrerá na Praça do Campo Grande e será gratuita.
Além das apresentações artísticas, o FESTAC oferecerá gratuitamente 06 oficinas artísticas, sessões de diálogos com as produções participantes e artistas pesquisadores que dialoguem com o seu modo de fazer; e um Workshop de Crítica Cultural, que tem como facilitadores dois redatores da Revista Barril, Daniel Guerra e Igor Albuquerque, especializada em crítica.
O objetivo das sessões de diálogo com os artistas dos espetáculos e da mesa é possibilitar uma troca de convivência sobre diferentes pontos de vistas em relação de como foi viabilizar a produção do seu processo artístico, além de possibilitar que as produções saiam nutridas de outras perspectivas e maneiras de se gerir produções ainda em contexto estudantil.
Programação de espetáculos artísticos:
08 de Dezembro - Abertura
– Auto da Barca de Camiri
17h, Praça do Campo Grande
09 de Dezembro
– Eu é Outro: Ensaios sobre Fronteiras – COATO coletivo
20h, no Teatro Martim Gonçalves
10 de Dezembro
– Partiste + Bate-papo
18h, Teatro Sesi Rio Vermelho
– Magdala
17h, na Escola de Teatro da UFBA
11 de Dezembro
– Mesa – Gerir Resistência, com Bárbara Boff (FETO), Felipe Assis (FIAC) e Fábio Hostet (FITUB)
15h, Teatro Martim Gonçalves
12 de Dezembro
– 22294, O Fronteiriço – nascido às margens das lembranças que vêm de dentro
19h, Teatro Gregório de Matos
– Sublime é a Noite
20h, Teatro Martim Gonçalves
– Bate-papo: Magdala
15h, Teatro Martim Gonçalves (Foyer)
13 de Dezembro
– Zambi
17h, Espaço Cultura Barroquinha
– Desviante
19h, Teatro Gregório de Matos
– Breu
20h, Teatro Martim Gonçalves
14 de Dezembro
– Zambi
16h, Espaço Cultura Barroquinha
– Bate-papo: Breu + Zambi
17h, Espaço Cultural Barroquinha
– INventários em: O DESPERTAR + Bate-papo
19h, Teatro Martim Gonçalves
– Desviante
19h, Teatro Gregório de Matos
15 de Dezembro
– Missa do sétimo dia
18h, Teatro Gregório de Matos
– Nenhuma Carta
20h, Teatro Martim Gonçalves
– Bate-papo: Desviante
15h, Teatro Martim Gonçalves (foyer)
16 de Dezembro
– Criativos, Hein?!
18h, Teatro Martim Gonçalves
– Bate-papo: Nenhuma Carta + Missa do Sétimo Dia
15h, Teatro Martim Gonçalves (Foyer)
17 de Dezembro
– GrãoCirco
11h, Teatro Martim Gonçalves
– Bate-papo: Grão Circo + Zambi
15h, Teatro Martim Gonçalves (Foyer)
Encerramento
– Só não me acorde antes
20h, Teatro Martim Gonçalves