14/03/2018

Meu Querido Catavento (Foto: Karen Lima)
O grande objetivo do Catálogo Dança Bahia – Difusão da Dança Baiana 2019, ação da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA) através do programa de Difusão das Artes, é a disseminação da dança em diversas modalidades e para diversos públicos por todos os territórios do estado. O imenso mundo da imaginação infantil é levado ao palco em dança-teatral com Meu Querido Catavento, espetáculo contemplado pelo edital Catálogo de Dança Bahia. Acesse aqui o Catálogo!
O espetáculo incentiva a imaginação infantil transformando objetos simples, para alguns sem utilidade, em brinquedos: “Ele é todo pensado como meio de propor às crianças uma alternativa das brincadeiras massificadas pelos eletrônicos, levando para cena diversos jogos que utilizam a imaginação como mola propulsora”, é a descrição do coletivo Trippé, grupo idealizador do espetáculo.
O papel do público não se resume apenas em assistir, a interação constante permite que as crianças se sintam parte do jogo e troquem os apetrechos tecnológicos por coisas: “As crianças veem a partir do espetáculo que a diversão está nas pequenas coisas da vida e que a companhia é sempre o melhor brinquedo”, conta Adriano Alves, diretor do espetáculo.

Meu Querido Catavento (Foto: Karen Lima)
“De forma lúdica, as apresentações abordam assuntos importantes para formação da futura geração, as representações de amizade incentivam nas crianças valores necessários para uma formação participativa e mais humana, em uma sociedade que caminha para ser cada vez menos afetiva”, afirma o diretor.
Os trabalhos do coletivo Trippé vão além dos palcos, segundo eles, contam com pesquisas e incentivo à formação de público para dança na região do São Francisco. O resultado tem gerado retorno positivo de pais e professores, pois já foram atendidas mais de 2500 crianças.
Sobre o apoio do Catálogo Dança Bahia, Adriano Alves, falando em nome do coletivo, conta as dificuldades em conseguir apoio partindo do interior do estado e como o edital vai ajudar na realização do espetáculo: “é sempre uma batalha para conseguir mostrar nossos trabalhos para curadores e programadores. Esse catálogo pode ser a ponte necessária para que nossas pesquisas em dança ganhem novos ares”.
Segundo o diretor, o catálogo vai ser importante parafomentar trocas com artistas da região e ampliar o acesso do público. “O Meu Querido Catavento está em nosso repertório há quatro anos e esperamos que seu quinto ano seja cheio de novidades a partir do catálogo” finalizou.
O espetáculo incentiva a imaginação infantil transformando objetos simples, para alguns sem utilidade, em brinquedos: “Ele é todo pensado como meio de propor às crianças uma alternativa das brincadeiras massificadas pelos eletrônicos, levando para cena diversos jogos que utilizam a imaginação como mola propulsora”, é a descrição do coletivo Trippé, grupo idealizador do espetáculo.
O papel do público não se resume apenas em assistir, a interação constante permite que as crianças se sintam parte do jogo e troquem os apetrechos tecnológicos por coisas: “As crianças veem a partir do espetáculo que a diversão está nas pequenas coisas da vida e que a companhia é sempre o melhor brinquedo”, conta Adriano Alves, diretor do espetáculo.

Meu Querido Catavento (Foto: Karen Lima)
“De forma lúdica, as apresentações abordam assuntos importantes para formação da futura geração, as representações de amizade incentivam nas crianças valores necessários para uma formação participativa e mais humana, em uma sociedade que caminha para ser cada vez menos afetiva”, afirma o diretor.
Os trabalhos do coletivo Trippé vão além dos palcos, segundo eles, contam com pesquisas e incentivo à formação de público para dança na região do São Francisco. O resultado tem gerado retorno positivo de pais e professores, pois já foram atendidas mais de 2500 crianças.
Sobre o apoio do Catálogo Dança Bahia, Adriano Alves, falando em nome do coletivo, conta as dificuldades em conseguir apoio partindo do interior do estado e como o edital vai ajudar na realização do espetáculo: “é sempre uma batalha para conseguir mostrar nossos trabalhos para curadores e programadores. Esse catálogo pode ser a ponte necessária para que nossas pesquisas em dança ganhem novos ares”.
Segundo o diretor, o catálogo vai ser importante parafomentar trocas com artistas da região e ampliar o acesso do público. “O Meu Querido Catavento está em nosso repertório há quatro anos e esperamos que seu quinto ano seja cheio de novidades a partir do catálogo” finalizou.