11/04/2018

Quaseilhas (Foto: Shai Andrade)
Uma visita às memórias para lembrar-se do futuro. O espetáculo Quaseilhas, com concepção, direção e texto de Diego Pinheiro, vai estrear nesta quinta-feira (12), às 19h no Forte do Barbalho, com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00. Quaseilhas ficará em cartaz até 29 de abril, de quinta a sábado às 19h, e aos domingos às 18h30.
O espetáculo foi contemplado pelo Edital Setorial de Teatro do Fundo de Cultura com apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA). Quaseilhas é a segunda obra autoral do artista Diego Pinheiro depois de Arbítrio (2011). A peça tem como motivação uma densa pesquisa sobre o tempo aliado à memória afro-diaspórica, tendo como eixo às memórias familiares e negras do diretor e dos artistas.
Quaseilhas (Foto: Shai Andrade)
Quaseilhas é a primeira obra cênica autoral brasileira integralmente em idioma africano, yorùbá. A escrita se deu através da estrutura do oríkì, literatura oral dos povos yorùbá, como linha de acesso aos vazios dessa memória e como ferramenta de criação dentro desses espaços vagos.
A peça também marca uma inspiração na teatralidade yorùbá, por meio dosalárìnjó, uma arte que envolve dança, teatro, canto e máscara para reverenciar os ancestrais e data do século XVII, sempre envolvendo o uso de máscaras, a manipulação de instrumentos musicais, virtuose física e a circulação pelos territórios, para contar histórias que nasce do culto aos Egunguns.
“É o primeiro resultado público de uma investigação ligada à memória afro-diaspórica. A pesquisa é dividida em dois eixos que se complementam para a produção de minhas iniciativas artísticas: Estética Para um Não-Tempo (pesquisa estética que alia desempenho negro, música e cinema) e a Reminiscência da Ancestralidade Negra dos Araújo Nunes, minha motivação enquanto criador”, explica o proponente do projeto, Diego Pinheiro.
É importante, simples assim. Se o Estado olha para essa necessidade, para esta ideia de investigação continuada, como é o caso deste projeto, claramente ele estará apoiando várias possibilidades de inovação em arte. Toda área do conhecimento se fomenta de inovações, não é diferente com a arte, e para que aconteça o novo é cogente o afã da busca”, conclui Diego.
Serviço:
Espetáculo Quaseilhas
Quando: ee 12 a 29 de abril, de quinta a sábado às 19h, e domingos às 18h30
Onde: Forte do Barbalho (Rua Mal. Gabriel Botafogo, s/n – Barbalho)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Quaseilhas (Foto: Shai Andrade)A peça também marca uma inspiração na teatralidade yorùbá, por meio dosalárìnjó, uma arte que envolve dança, teatro, canto e máscara para reverenciar os ancestrais e data do século XVII, sempre envolvendo o uso de máscaras, a manipulação de instrumentos musicais, virtuose física e a circulação pelos territórios, para contar histórias que nasce do culto aos Egunguns.
“É o primeiro resultado público de uma investigação ligada à memória afro-diaspórica. A pesquisa é dividida em dois eixos que se complementam para a produção de minhas iniciativas artísticas: Estética Para um Não-Tempo (pesquisa estética que alia desempenho negro, música e cinema) e a Reminiscência da Ancestralidade Negra dos Araújo Nunes, minha motivação enquanto criador”, explica o proponente do projeto, Diego Pinheiro.
É importante, simples assim. Se o Estado olha para essa necessidade, para esta ideia de investigação continuada, como é o caso deste projeto, claramente ele estará apoiando várias possibilidades de inovação em arte. Toda área do conhecimento se fomenta de inovações, não é diferente com a arte, e para que aconteça o novo é cogente o afã da busca”, conclui Diego.
Serviço:
Espetáculo Quaseilhas
Quando: ee 12 a 29 de abril, de quinta a sábado às 19h, e domingos às 18h30
Onde: Forte do Barbalho (Rua Mal. Gabriel Botafogo, s/n – Barbalho)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Quaseilhas (Foto: Shai Andrade)