07/06/2018
A arte circense é uma das linguagens abarcadas pela Fundação Cultural da Bahia (Funceb/SecultBa) que incentiva e estimula a valorização das artes através de ações diversas. Dentre elas, o projeto “Praça do Circo”, que objetiva a construção de um espaço público permanente e com infraestrutura necessária para instalação de circos itinerantes em municípios baianos. Na ultima terça-feira (5), a Coordenadora do Núcleo de Artes Circenses da Funceb, Vika Mennezes, apresentou o projeto pela primeira vez à autoridade de um município baiano, o escolhido foi Itaparica, localizado na Ilha de Itaparica. Na ocasião, a coordenadora se reuniu com o Secretário de Turismo e Cultura da cidade, Marcos Almeida, e aproveitou para visitar possíveis locais na cidade que poderiam receber a construção.
“Quando Vika me apresentou o projeto, logo fiquei animado com a ideia. Percorremos toda a cidade procurando por possíveis locais para a construção dessa praça. O projeto é muito importante para cidade e irá agregar na valorização da cultura e participação da população. Sem falar que tem a intenção de aflorar o interesse dos jovens pela cultura”, disse o Secretário Marcos Almeida.
O projeto foi encaminhado à prefeita da cidade, Marlylda Barbuda, para avaliação. O Núcleo de Artes Circenses está realizando pesquisas em outras cidades baianas, que em breve receberão visita da Funceb para realização do projeto.
“O projeto pretende atender a demanda da principal dificuldade encontrada pelos circenses itinerantes: a falta de um marco regulatório para instalação dos circos nas cidades. Os terrenos que eles encontram para montar a lona muitas vezes não têm a mínima estrutura para a instalação. A visita aos espaços de Itaparica foi produtiva, a expectativa que é seja a primeira cidade a construir a Praça do Circo”, disse Vika Mennezes, coordenadora do NAC, da Funceb.
Praça do Circo – A ação é um projeto final de engenharia desenvolvido através da consultoria do engenheiro Ely Gomes dos Santos, que pode ser adaptado para uma construção de um espaço público permanente com condições necessárias para a instalação de circos itinerantes em cidades baianas.
Além da Praça, será disponível um projeto executivo da montagem de um próprio circo, com as instruções técnicas necessárias para adquirir uma lona e para a armação do espaço cênico interno.
A proposta é justamente auxiliar os poderes públicos municipais na construção de espaços culturais alternativos, que além de estimularem a cultura e a passagem dos circos itinerantes, possibilitam a ocupação desses espaços com outras atividades culturais nos intervalos entre a presença de um circo e outro.
Dados registrados no Mapeamento e Memória do Circo na Bahia, iniciado pela Funceb em 2007, indicam que a melhor forma de apoiar artistas e companhias circenses itinerantes é oferecendo locais adequados para a montagem de suas lonas e picadeiros. “A ausência destes espaços nos municípios do estado é uma dificuldade grave na rotina destes profissionais”, conta Vika Mennezes.
“O projeto pretende atender a demanda da principal dificuldade encontrada pelos circenses itinerantes: a falta de um marco regulatório para instalação dos circos nas cidades. Os terrenos que eles encontram para montar a lona muitas vezes não têm a mínima estrutura para a instalação. A visita aos espaços de Itaparica foi produtiva, a expectativa que é seja a primeira cidade a construir a Praça do Circo”, disse Vika Mennezes, coordenadora do NAC, da Funceb.
Praça do Circo – A ação é um projeto final de engenharia desenvolvido através da consultoria do engenheiro Ely Gomes dos Santos, que pode ser adaptado para uma construção de um espaço público permanente com condições necessárias para a instalação de circos itinerantes em cidades baianas.
Além da Praça, será disponível um projeto executivo da montagem de um próprio circo, com as instruções técnicas necessárias para adquirir uma lona e para a armação do espaço cênico interno.
A proposta é justamente auxiliar os poderes públicos municipais na construção de espaços culturais alternativos, que além de estimularem a cultura e a passagem dos circos itinerantes, possibilitam a ocupação desses espaços com outras atividades culturais nos intervalos entre a presença de um circo e outro.
Dados registrados no Mapeamento e Memória do Circo na Bahia, iniciado pela Funceb em 2007, indicam que a melhor forma de apoiar artistas e companhias circenses itinerantes é oferecendo locais adequados para a montagem de suas lonas e picadeiros. “A ausência destes espaços nos municípios do estado é uma dificuldade grave na rotina destes profissionais”, conta Vika Mennezes.