22/03/2019
Foto: Dayse Cardoso
Visando valorizar e disseminar a arte circense no Estado, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA), através do Núcleo de Artes Circenses, está lançando nas redes sociais (Youtube e Facebook) vídeos inéditos da Campanha Valorize o Circo.
Até agora a Campanha contabiliza 7 vídeos, dentre estes 3 inéditos, e um saldo de mais de 10 mil visualizações nas redes sociais da Funceb entre 2017 e 2018. Acompanhe as redes sociais da Funceb para não perder nenhum vídeo!À medida que cada vídeo é lançado nas redes sociais da Funceb, ele é enviado para a exibição na Sala Walter da Silveira, antes de cada sessão de filme.
Além destas exibições, através de parcerias com a TV Educadora e o Canal Universitário de São Paulo - CNU, os vídeos também são enviados para exibição nestes canais de televisão.
“Essa é uma das atividades dessa Campanha Valorize o Circo e o intuito é dar visibilidade às histórias desses artistas, homens e mulheres que trabalham com a arte do circo, através do audiovisual”, revela a coordenadora do Núcleo de Artes Circenses da Funceb, Vika Mennezes.
Para este ano novas parcerias estão sendo firmadas e também já existe um calendário para novas gravações da Campanha. Após as gravações, o material será editado em formato de documentário, que deverá ser lançado na Sede da Funceb e em lonas de circo da Bahia.
Nas entrevistas são reveladas histórias pessoais de artistas circenses, itinerantes ou não, que se confundem com a própria história do circo na Bahia. Conheça um pouco mais desses artistas:
Naiara Homem
Atriz, performer, maquiadora e professora. Licenciada em Artes-Cênicas na UFBA, Nayara Homem tem se mostrado versátil ao transitar pelo circo, teatro, TV e cinema. Faz parte do grupo de teatro Viapalco; do Colectivo Âmbar de Artistas e Realizadores Cênicos da América Latina; e do Coletivo Inconsequências de Produção Audiovisual. Soma em seu currículo a participação em mais de 20 espetáculos e mais de 20 filmes nos seus 15 anos de carreira como atriz.
João Lima
Formado em Direção Teatral pela UFBA, fez cursos de iniciação e retiros em clown. Junto com o palhaço Biririnha, um dos mais velhos do país, fez o espetáculo o Casamento do Palhaço. Como resultado desses processos criou o espetáculo solo “O Circo de Um Homem Só”, a oficina “A Arte de Ser Palhaço” e a palestra “Palhaço: A Arte de Ser Quem Se É”, trabalhos esses que já circularam por diversas cidades, estados e festivais do Brasil.
Wilma Macêdo
Faz parte da 3ª geração de uma família tradicional da área, cuja importância para o circo na Bahia e em outros estados do Nordeste é relevante. Começou no circo do tio, o Circo Washington, ainda criança, aos 7 anos de idade com números de escadete, e ao longo da carreira trabalhou com corda indiana, tecido, trios de parada, bailados e força capilar, sua especialidade. Também participou de comédias, dramas e números de palhaço em vários espetáculos.
João Lima
Formado em Direção Teatral pela UFBA, fez cursos de iniciação e retiros em clown. Junto com o palhaço Biririnha, um dos mais velhos do país, fez o espetáculo o Casamento do Palhaço. Como resultado desses processos criou o espetáculo solo “O Circo de Um Homem Só”, a oficina “A Arte de Ser Palhaço” e a palestra “Palhaço: A Arte de Ser Quem Se É”, trabalhos esses que já circularam por diversas cidades, estados e festivais do Brasil.
Wilma Macêdo
Faz parte da 3ª geração de uma família tradicional da área, cuja importância para o circo na Bahia e em outros estados do Nordeste é relevante. Começou no circo do tio, o Circo Washington, ainda criança, aos 7 anos de idade com números de escadete, e ao longo da carreira trabalhou com corda indiana, tecido, trios de parada, bailados e força capilar, sua especialidade. Também participou de comédias, dramas e números de palhaço em vários espetáculos.