27/01/2020

O penúltimo módulo do Curso Teatro do Oprimido foi ministrado por Cachalote Mattos, que é mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e Cenógrafo pela UFRJ. Durante a semana de explanação do conteúdo, que aconteceu de 20 a 24 de janeiro, temas que ainda assombram o cotidiano dos brasileiros foram abordados e serviram de ilustração para a aplicação das técnicas do módulo que versou sobre a Estética do Oprimido.
Durante os encontros, Cachalote aplicou a experimentação prática de jogos e exercícios da estética do oprimido, utilizando materiais recicláveis, transformando imagem em palavras e usando o corpo como experimento.
O programa do curso intensificou o uso das linguagens artísticas na produção de narrativas poéticas para ocupação do espaço cênico, buscando alternativas para os problemas metaforizados a partir de realidades opressoras concretas.
Para a arte-educadora, Zaê Zambe, que deseja ser multiplicadora do método Teatro do Oprimido, a atividade foi surpreendente. Ela comentou sobre o exercício que mais a chamou atenção durante o módulo III: “nós tínhamos poucos materiais e fomos convidadas a ressignificar a bandeira do Brasil atual e a que desejamos para o futuro. Sem o uso da fala, apenas com imagens, vimos um país carregado de ódio, angústia e muito sofrimento. Essa atividade é de uma sensibilidade inexplicável”, disse.
Durante os encontros, Cachalote aplicou a experimentação prática de jogos e exercícios da estética do oprimido, utilizando materiais recicláveis, transformando imagem em palavras e usando o corpo como experimento.
O programa do curso intensificou o uso das linguagens artísticas na produção de narrativas poéticas para ocupação do espaço cênico, buscando alternativas para os problemas metaforizados a partir de realidades opressoras concretas.
Para a arte-educadora, Zaê Zambe, que deseja ser multiplicadora do método Teatro do Oprimido, a atividade foi surpreendente. Ela comentou sobre o exercício que mais a chamou atenção durante o módulo III: “nós tínhamos poucos materiais e fomos convidadas a ressignificar a bandeira do Brasil atual e a que desejamos para o futuro. Sem o uso da fala, apenas com imagens, vimos um país carregado de ódio, angústia e muito sofrimento. Essa atividade é de uma sensibilidade inexplicável”, disse.

Essas experimentações do Teatro do Oprimido sensibilizaram os participantes para o uso do método como meio de expressão e reflexão sobre o contexto em que vivem e trabalham.
Como foi o caso da professora da Escola de Dança da UFBA, Lenira Rengel, que finalizou o curso com um novo conteúdo para aplicar em sala de aula. “Estou reaprendendo no teatro do oprimido a ideia de revolução e transformação. O pensamento de tanto tempo se torna tão importante atualmente, para pensarmos de fato num mundo melhor e isso eu vou aplicar para os meus alunos”, finalizou
Realização foi a palavra utilizada por Cachalote para definir a experiência em Salvador. “Aqui eu vi uma absorção intensa dos alunos, que não se limitaram em experimentar e provocar situações que me motivaram ainda mais a entregar a eles tudo que aprendi até aqui. Vi corpos amadurecendo nesta experiência e mentes fervendo de ideias, aprendendo a aguçar a criatividade pessoal. Essa experiência precisa ser sentida, você sente no corpo e transmite pro papel”, comenta.
O curso é realizado pelo GESTO – Grupo de Estudos em Teatro do Oprimido, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal da Bahia (Proext/UFBA) e da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia. A cerfiticação do curso ficará por conta do CFA/Funceb e da Proext/Ufba.
Como foi o caso da professora da Escola de Dança da UFBA, Lenira Rengel, que finalizou o curso com um novo conteúdo para aplicar em sala de aula. “Estou reaprendendo no teatro do oprimido a ideia de revolução e transformação. O pensamento de tanto tempo se torna tão importante atualmente, para pensarmos de fato num mundo melhor e isso eu vou aplicar para os meus alunos”, finalizou
Realização foi a palavra utilizada por Cachalote para definir a experiência em Salvador. “Aqui eu vi uma absorção intensa dos alunos, que não se limitaram em experimentar e provocar situações que me motivaram ainda mais a entregar a eles tudo que aprendi até aqui. Vi corpos amadurecendo nesta experiência e mentes fervendo de ideias, aprendendo a aguçar a criatividade pessoal. Essa experiência precisa ser sentida, você sente no corpo e transmite pro papel”, comenta.
O curso é realizado pelo GESTO – Grupo de Estudos em Teatro do Oprimido, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal da Bahia (Proext/UFBA) e da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia. A cerfiticação do curso ficará por conta do CFA/Funceb e da Proext/Ufba.
Fotos: Licko Turle