03/02/2020

Já começaram as gravações do curta-metragem documentário, provisoriamente intitulado VIVA OS PALHAÇOS. Com duração de 15min, o filme contará com depoimentos dos fundadores do evento, foliões, homenageados e convidados, turistas, moradores e admiradores do bairro do Rio Vermelho - de todas as gerações, para descrever sensações e emoções de acompanhar o movimento cultural Palhaços do Rio Vermelho, a mais singular manifestação pré-carnavalesca de Salvador. O filme é idealizado pela RG Produção Cinematográfica e viabilizado por meio do Edital Setorial de Audiovisual 2019, com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Fundação Cultural do Estado da Bahia e Secretaria de Cultura da Bahia.
As gravações já foram iniciadas desde o ensaio que ocorreu no último dia 12 de janeiro no Parador Z1, com a coroação do Rei e da Rainha desse ano – os cantores Nikima e Margareth Menezes. Outras gravações serão realizadas e terminará com o desfile no dia oito de fevereiro. O roteiro é de autoria de José Araripe Jr, a direção é de Lilih Curi, a direção de Fotografia é de Paulo Alcântara, captação de som e montagem de Fredshon Araújo, produção executiva de Gorette Randam, direção de produção de Alessandra Pastore e as imagens áreas ficam por conta de Márcio Santos. A previsão de estreia é para o início do segundo semestre.
As gravações já foram iniciadas desde o ensaio que ocorreu no último dia 12 de janeiro no Parador Z1, com a coroação do Rei e da Rainha desse ano – os cantores Nikima e Margareth Menezes. Outras gravações serão realizadas e terminará com o desfile no dia oito de fevereiro. O roteiro é de autoria de José Araripe Jr, a direção é de Lilih Curi, a direção de Fotografia é de Paulo Alcântara, captação de som e montagem de Fredshon Araújo, produção executiva de Gorette Randam, direção de produção de Alessandra Pastore e as imagens áreas ficam por conta de Márcio Santos. A previsão de estreia é para o início do segundo semestre.

O documentário levará às telas não só a festa, como tudo que acontece para a realização da mesma, destacando o encanto, a alegria e as emoções que dezenas de palhaços provocam nos frequentadores do festejo. Um resgate da memória afetiva, do que esses símbolos icônicos dos circos representam em nossas vidas e, principalmente, no cotidiano de amadores e profissionais que muitas vezes tiram o seu sustento da reverência a esses seres míticos – cuja gênese reporta aos bufões medievais. É uma celebração que já faz parte do calendário turístico soteropolitano e a oportunidade de confraternização de profissionais de circo, teatro, burlescos, e principalmente os foliões que incorporam sazonalmente a fantasia como forma de expressão libertária.
O documentário para TV, inicialmente, mostra o surgimento, o crescimento e a consolidação do movimento cultural como uma nova e consistente tradição do bairro do Rio Vermelho.
“É uma honra, para mim, poder resgatar a figura dos palhaços numa obra de audiovisual. Mais do que personagens icônicos, que representam alegria e diversão, os palhaços e os criadores que estão por trás deles, despertam em todos nós a ludicidade e a memória afetiva da criança que fomos um dia. É esse sentimento que desejo transpor para as telas e despertar a criança que habita em cada espectador”, diz Gorette Randam.
O documentário para TV, inicialmente, mostra o surgimento, o crescimento e a consolidação do movimento cultural como uma nova e consistente tradição do bairro do Rio Vermelho.
“É uma honra, para mim, poder resgatar a figura dos palhaços numa obra de audiovisual. Mais do que personagens icônicos, que representam alegria e diversão, os palhaços e os criadores que estão por trás deles, despertam em todos nós a ludicidade e a memória afetiva da criança que fomos um dia. É esse sentimento que desejo transpor para as telas e despertar a criança que habita em cada espectador”, diz Gorette Randam.
Fotos: Divulgação