18/06/2021

O livro La Vai Verso: a Lavagem do Bonfim n’O Alabama (1863-1871) reúne seis poemas publicados no jornal O Alabama, que circulou durante quase três décadas na Bahia do século XIX. A publicação, em formato digital de e-book, pode ser acessada na Biblioteca Virtual Consuelo Pondé. De autoria de Mariângela de Mattos Nogueira, o projeto é um trabalho de garimpagem e informação sobre um passado vibrante da Cidade da Bahia.
Os versos sempre bem humorados servem como mostruário dos costumes e da cultura daquele momento e merecem ser lidos para que não se esvaiam no vento do esquecimento e também porque são bons de ler. Ali, está o retrato da Bahia em estrutura literária de versos em redondilha e, também, quase como crônicas ou reportagens de acontecimentos.
O trabalho de seleção desses dizeres tão baianos produz informações sobre as quadras repletas de humor e a partir disso se sabe mais sobre a Bahia, passando-se por personagens, ruas e situações. Aparecem também os nomes de pessoas que ficaram na história, porque fizeram essa história, agora contada por Mariângela. Ao longo de toda a sua escrita, a autora encontra fundamento para o que é dito em cada estrofe, tecendo a contextualização que ajuda a colocar o leitor na cena e possibilitando que as coisas tenham nexo histórico, social, cultural.
Então, com uma escrita saborosa e precisa, bem construída, Mariângela Nogueira retoma os poemas e faz com que seus versos transportem o leitor para o que era o trajeto para o Bonfim, com todas as pândegas a que tinham direito os que acompanhavam o cortejo. É como se o leitor pudesse fazer parte do evento porque os poemas e os detalhes que os acompanham no livro são dispostos de modo complementar e descritivo do momento, seus hábitos e costumes.
Tecnicamente, o e-book tem 96 páginas. E, afetivamente, em uma cidade que em muitos cantos se desmancha por falta de uma atenção à sua memória, a proposta de fazer circular O Alabama mais uma vez, e mais especificamente a coluna Lá Vae Verso, é um respiro especialmente por ser a leitura muito passível de fruição. Lá Vae Verso vai pelo caminho que leva ao Bonfim.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Os versos sempre bem humorados servem como mostruário dos costumes e da cultura daquele momento e merecem ser lidos para que não se esvaiam no vento do esquecimento e também porque são bons de ler. Ali, está o retrato da Bahia em estrutura literária de versos em redondilha e, também, quase como crônicas ou reportagens de acontecimentos.
O trabalho de seleção desses dizeres tão baianos produz informações sobre as quadras repletas de humor e a partir disso se sabe mais sobre a Bahia, passando-se por personagens, ruas e situações. Aparecem também os nomes de pessoas que ficaram na história, porque fizeram essa história, agora contada por Mariângela. Ao longo de toda a sua escrita, a autora encontra fundamento para o que é dito em cada estrofe, tecendo a contextualização que ajuda a colocar o leitor na cena e possibilitando que as coisas tenham nexo histórico, social, cultural.
Então, com uma escrita saborosa e precisa, bem construída, Mariângela Nogueira retoma os poemas e faz com que seus versos transportem o leitor para o que era o trajeto para o Bonfim, com todas as pândegas a que tinham direito os que acompanhavam o cortejo. É como se o leitor pudesse fazer parte do evento porque os poemas e os detalhes que os acompanham no livro são dispostos de modo complementar e descritivo do momento, seus hábitos e costumes.
Tecnicamente, o e-book tem 96 páginas. E, afetivamente, em uma cidade que em muitos cantos se desmancha por falta de uma atenção à sua memória, a proposta de fazer circular O Alabama mais uma vez, e mais especificamente a coluna Lá Vae Verso, é um respiro especialmente por ser a leitura muito passível de fruição. Lá Vae Verso vai pelo caminho que leva ao Bonfim.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.