03/02/2017
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema), por meio da Diretoria de Fiscalização e Monitoramento Ambiental, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), comunica que houve redução do fogo que atinge o município de Campo Formoso, em área próxima ao distrito de Tuiutiba. A informação da equipe de local é de que o fogo está em vias de extinção. Já no município de Pindobaçu, registra-se o incêndio de maior dimensão da região norte, onde o fogo continua consumindo áreas de mata situadas no entorno das nascentes dos rios Itapicuru e Capivara, nesta sexta-feira (03/02).
O monitoramento aéreo continua em toda a região, através de um helicóptero e um air tractor, assim como o combate aos incêndios em Campo Formoso e Pindobaçu. No município de Caém o fogo foi debelado. Em 2017, a região Norte do estado já registrou queimadas nos municípios de Saúde, Campo Formoso, Pindobaçu, Mirangaba, Jacobina e Caém.
Na Chapada Diamantina, este ano, foram registrados incêndios nos municípios de Andaraí e Ibicoara, onde o fogo foi debelado. As equipes continuam o monitoramento no município de Ibicoara, onde tem havido reincidências.
Bahia Sem Fogo – A Sema, como órgão que coordena o Programa Bahia Sem Fogo, vem aprimorando as ações com a formação de peritos para prevenção e combate aos incêndios florestais; treinamento de brigadistas; realização de reuniões e oficinas com as comunidades rurais; organização de subcomitês; distribuição de equipamentos de proteção individual e de combate; apoio logístico (transporte, alimentação, água para as equipes), pagamento de diárias para servidores e motoristas; e locação de veículos e aeronaves.
As ações de combate aos incêndios florestais no estado da Bahia geralmente ocorriam em um período definido, de julho a novembro, e concentravam-se nas regiões da Chapada Diamantina e oeste. Nos dois últimos anos, foram registrados focos de incêndios em diversos períodos e também nas regiões norte, sul e sudoeste.
Os especialistas da Sema constatam que os incêndios florestais em sua maioria começam em áreas situadas às margens das estradas e rios, em Unidades de Conservação e terrenos onde estão acumuladas grandes quantidades de matéria orgânica. As causas desses incêndios estão associadas aos desmatamentos e a queima de coivaras, atividades utilizadas pelos agricultores para limpeza de suas propriedades; à prática da caça, pois os caçadores fazem fogo para preparar suas refeições e os deixam acesos; à invasão de áreas para ocupação irregular; e à causas naturais (raios), que ocorrem com menor incidência. Todas estas situações se agravam nos períodos de maior escassez hídrica.
Em 2016, foram registrados incêndios florestais em diversos municípios baianos, localizados nas regiões da Chapada Diamantina, oeste, sul e norte. As demandas foram atendidas pelas Unidades Regionais do Inema, com o apoio da sede, Corpo de Bombeiros, Brigadas de Combate e Companhia Independente da Polícia Ambiental.
O monitoramento aéreo continua em toda a região, através de um helicóptero e um air tractor, assim como o combate aos incêndios em Campo Formoso e Pindobaçu. No município de Caém o fogo foi debelado. Em 2017, a região Norte do estado já registrou queimadas nos municípios de Saúde, Campo Formoso, Pindobaçu, Mirangaba, Jacobina e Caém.
Na Chapada Diamantina, este ano, foram registrados incêndios nos municípios de Andaraí e Ibicoara, onde o fogo foi debelado. As equipes continuam o monitoramento no município de Ibicoara, onde tem havido reincidências.
Bahia Sem Fogo – A Sema, como órgão que coordena o Programa Bahia Sem Fogo, vem aprimorando as ações com a formação de peritos para prevenção e combate aos incêndios florestais; treinamento de brigadistas; realização de reuniões e oficinas com as comunidades rurais; organização de subcomitês; distribuição de equipamentos de proteção individual e de combate; apoio logístico (transporte, alimentação, água para as equipes), pagamento de diárias para servidores e motoristas; e locação de veículos e aeronaves.
As ações de combate aos incêndios florestais no estado da Bahia geralmente ocorriam em um período definido, de julho a novembro, e concentravam-se nas regiões da Chapada Diamantina e oeste. Nos dois últimos anos, foram registrados focos de incêndios em diversos períodos e também nas regiões norte, sul e sudoeste.
Os especialistas da Sema constatam que os incêndios florestais em sua maioria começam em áreas situadas às margens das estradas e rios, em Unidades de Conservação e terrenos onde estão acumuladas grandes quantidades de matéria orgânica. As causas desses incêndios estão associadas aos desmatamentos e a queima de coivaras, atividades utilizadas pelos agricultores para limpeza de suas propriedades; à prática da caça, pois os caçadores fazem fogo para preparar suas refeições e os deixam acesos; à invasão de áreas para ocupação irregular; e à causas naturais (raios), que ocorrem com menor incidência. Todas estas situações se agravam nos períodos de maior escassez hídrica.
Em 2016, foram registrados incêndios florestais em diversos municípios baianos, localizados nas regiões da Chapada Diamantina, oeste, sul e norte. As demandas foram atendidas pelas Unidades Regionais do Inema, com o apoio da sede, Corpo de Bombeiros, Brigadas de Combate e Companhia Independente da Polícia Ambiental.