15/03/2018
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) lançam mais um álbum de educação ambiental. O álbum da Sociobiodiversidade da Bahia apresenta pequenas cadeias produtivas características do bioma Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica e sua importância para o uso sustentável dos recursos naturais.
“Este instrumento surge da necessidade de apoiar e incentivar os arranjos produtivos da sociobiodiversidade e seus modelos de restauração, reconhecendo que, apesar de resistirem por muitas gerações, correm o risco de desaparecer devidos às pressões ambientais e à falta de visibilidade dessas economias”, explica a coordenadora de Educação Ambiental da Sema, Zanna Matos.
De acordo com o especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Sema, Vitor Matos, "os produtos da sociobiodiversidade baiana foram responsáveis pela sobrevivência de milhares de famílias camponesas, sendo fonte garantida de alimentos saudáveis e gerando renda a partir de um sistema de manejo sustentável e de baixo impacto. Com a ida das populações para as cidades, parte desse conhecimento se perdeu, mas recentemente, com o crescente interesse por produtos saudáveis, tradicionais e com forte identidade cultural, estas cadeias produtivas têm um enorme potencial e precisam ser resgatadas".
O álbum já está disponível para download gratuito no site da Sema e será distribuído de forma dirigida em oficinas para educadores ambientais. Lideranças comunitárias, associações de trabalhadores rurais, agricultores, além de professores e estudantes formam o público-alvo a ser capacitado para multiplicar os conhecimentos. Com uma linguagem acessível, o material visa estimular o público a refletir sobre a ocorrência regional de cada espécie, os produtos que podem ser elaborados, a importância da cadeia produtiva para as populações camponesas e urbanas, além de valorizar práticas tradicionais sustentáveis.
Conteúdo – Segundo a publicação, “entende-se por sociobiodiversidade a relação entre bens e serviços gerados a partir de recursos naturais de interesse de povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares”. Entre as temáticas abordadas, estão a diversidade de biomas da Bahia, conservação e uso dos recursos naturais, cadeias produtivas, manejos, agregação de valor e outros conceitos. Também são apresentadas espécies características de cada bioma e suas cadeias, como mangaba, capim dourado, piaçava, maracujá do mato, umbu e outras.
Publicações – o Álbum da Sociobiodiversidade da Bahia é um dos seis títulos que o Projeto Cerrado entrega ao público nesse mês de março. Em breve, o conjunto de publicações e videodocumentários sobre as ações realizadas no cerrado baiano serão lançados oficialmente na região oeste.
O Projeto Cerrado é fruto de uma parceria entre o Governo Brasileiro e o Reino Unido, sendo o Estado da Bahia beneficiário do Acordo de Doação firmado entre Banco Mundial (BIRD) e a Fundação Luis Eduardo Magalhães (FLEM), com aporte de recursos doados pelo Department for Environment, Foodand Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido. A Sema é responsável pela Coordenação Geral do Projeto, cuja execução ocorre em parceria com o Inema, sob a supervisão do Ministério do Meio Ambiente.
“Este instrumento surge da necessidade de apoiar e incentivar os arranjos produtivos da sociobiodiversidade e seus modelos de restauração, reconhecendo que, apesar de resistirem por muitas gerações, correm o risco de desaparecer devidos às pressões ambientais e à falta de visibilidade dessas economias”, explica a coordenadora de Educação Ambiental da Sema, Zanna Matos.
De acordo com o especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Sema, Vitor Matos, "os produtos da sociobiodiversidade baiana foram responsáveis pela sobrevivência de milhares de famílias camponesas, sendo fonte garantida de alimentos saudáveis e gerando renda a partir de um sistema de manejo sustentável e de baixo impacto. Com a ida das populações para as cidades, parte desse conhecimento se perdeu, mas recentemente, com o crescente interesse por produtos saudáveis, tradicionais e com forte identidade cultural, estas cadeias produtivas têm um enorme potencial e precisam ser resgatadas".
O álbum já está disponível para download gratuito no site da Sema e será distribuído de forma dirigida em oficinas para educadores ambientais. Lideranças comunitárias, associações de trabalhadores rurais, agricultores, além de professores e estudantes formam o público-alvo a ser capacitado para multiplicar os conhecimentos. Com uma linguagem acessível, o material visa estimular o público a refletir sobre a ocorrência regional de cada espécie, os produtos que podem ser elaborados, a importância da cadeia produtiva para as populações camponesas e urbanas, além de valorizar práticas tradicionais sustentáveis.
Conteúdo – Segundo a publicação, “entende-se por sociobiodiversidade a relação entre bens e serviços gerados a partir de recursos naturais de interesse de povos e comunidades tradicionais e de agricultores familiares”. Entre as temáticas abordadas, estão a diversidade de biomas da Bahia, conservação e uso dos recursos naturais, cadeias produtivas, manejos, agregação de valor e outros conceitos. Também são apresentadas espécies características de cada bioma e suas cadeias, como mangaba, capim dourado, piaçava, maracujá do mato, umbu e outras.
Publicações – o Álbum da Sociobiodiversidade da Bahia é um dos seis títulos que o Projeto Cerrado entrega ao público nesse mês de março. Em breve, o conjunto de publicações e videodocumentários sobre as ações realizadas no cerrado baiano serão lançados oficialmente na região oeste.
O Projeto Cerrado é fruto de uma parceria entre o Governo Brasileiro e o Reino Unido, sendo o Estado da Bahia beneficiário do Acordo de Doação firmado entre Banco Mundial (BIRD) e a Fundação Luis Eduardo Magalhães (FLEM), com aporte de recursos doados pelo Department for Environment, Foodand Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido. A Sema é responsável pela Coordenação Geral do Projeto, cuja execução ocorre em parceria com o Inema, sob a supervisão do Ministério do Meio Ambiente.
