09/09/2016
Representantes dos órgãos e instituições que integram o Núcleo Estadual do Programa Água Doce (PAD) reuniram-se, no dia 08/09, na sede da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), para tratar do andamento do convênio e planejamento da segunda etapa do programa.
O diretor de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema (DIPPA), Ruben Armua, apresentou a execução financeira do convênio e um balanço do andamento das obras do PAD em todo o estado, suas etapas, desde o estudo de viabilidade dos poços à entrega dos dessalinizadores. “O encontro teve como pauta a demonstração, às instituições parceiras, do andamento do convênio na Bahia e o planejamento de novas estratégias técnicas e administrativas para aprimorar a execução do programa. Dos 145 sistemas previstos para a primeira etapa, 93 já foram concluídos”, pontuou.
Durante o encontro, o representante da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), Maicon Rocha, apresentou o planejamento da 2ª etapa do PAD no estado. “Nesta reunião tratamos sobre os detalhes técnicos e financeiros para a segunda etapa do programa com a previsão de lançamento, já no mês de outubro, da licitação para início da recuperação e construção de mais 120 sistemas de dessalinização. Serão quatro lotes com 30 sistemas de dessalinização cada”.
Para selecionar as localidades atendidas, foi criado o Índice de Condição de Acesso a Água (ICAA), uma média ponderada que cruza dados como IDH, mortalidade infantil, pluviometria e intensidade de pobreza.
O programa traça o diagnóstico das localidades que serão beneficiadas antes de fazer o investimento que consiste em instalar os equipamentos (dessalinizadores) e a infraestrutura necessária, como tanques para o depósito dos efluentes, reservatórios para armazenar a água doce e chafarizes. “Dentre as localidades identificadas e selecionadas nos 41 municípios contemplados inicialmente pelo PAD, um percentual não conseguiu atender aos requisitos básicos para implantação dos sistemas, por isso o núcleo estadual definiu, com base nos índices de ICAA, a incorporação de mais 26 municípios nesta segunda etapa”, explicou o coordenador da DIPPA, Juca Ribeiro.
Na Bahia o PAD tem como meta a implantação e gestão de 385 sistemas de dessalinização, disponibilizando água de qualidade, pronta para o consumo, à cerca de 160 mil pessoas. O núcleo estadual possui representações das Secretarias do Meio Ambiente (Sema), de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), de Desenvolvimento Rural (SDR), da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Casa Civil, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), da Bahia Pesca, e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).
O diretor de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema (DIPPA), Ruben Armua, apresentou a execução financeira do convênio e um balanço do andamento das obras do PAD em todo o estado, suas etapas, desde o estudo de viabilidade dos poços à entrega dos dessalinizadores. “O encontro teve como pauta a demonstração, às instituições parceiras, do andamento do convênio na Bahia e o planejamento de novas estratégias técnicas e administrativas para aprimorar a execução do programa. Dos 145 sistemas previstos para a primeira etapa, 93 já foram concluídos”, pontuou.
Durante o encontro, o representante da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), Maicon Rocha, apresentou o planejamento da 2ª etapa do PAD no estado. “Nesta reunião tratamos sobre os detalhes técnicos e financeiros para a segunda etapa do programa com a previsão de lançamento, já no mês de outubro, da licitação para início da recuperação e construção de mais 120 sistemas de dessalinização. Serão quatro lotes com 30 sistemas de dessalinização cada”.
Para selecionar as localidades atendidas, foi criado o Índice de Condição de Acesso a Água (ICAA), uma média ponderada que cruza dados como IDH, mortalidade infantil, pluviometria e intensidade de pobreza.
O programa traça o diagnóstico das localidades que serão beneficiadas antes de fazer o investimento que consiste em instalar os equipamentos (dessalinizadores) e a infraestrutura necessária, como tanques para o depósito dos efluentes, reservatórios para armazenar a água doce e chafarizes. “Dentre as localidades identificadas e selecionadas nos 41 municípios contemplados inicialmente pelo PAD, um percentual não conseguiu atender aos requisitos básicos para implantação dos sistemas, por isso o núcleo estadual definiu, com base nos índices de ICAA, a incorporação de mais 26 municípios nesta segunda etapa”, explicou o coordenador da DIPPA, Juca Ribeiro.
Na Bahia o PAD tem como meta a implantação e gestão de 385 sistemas de dessalinização, disponibilizando água de qualidade, pronta para o consumo, à cerca de 160 mil pessoas. O núcleo estadual possui representações das Secretarias do Meio Ambiente (Sema), de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), de Desenvolvimento Rural (SDR), da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Casa Civil, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), da Bahia Pesca, e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).