23/03/2017
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) receberam, na quarta-feira (22), a visita dos representantes do Banco Mundial, Gregor Woll e Bernadete Lange, que vieram acompanhar a execução do Projeto Cerrado, que tem conclusão prevista para 2017.
O projeto é fruto do acordo de doação firmado entre o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), braço do Banco Mundial, e a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), com o aporte de recursos provenientes do Fundo Fiduciário de Mitigação das Mudanças Climáticas no Cerrado Brasileiro, constituído por meio de doação do Department for Environment, Food and Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido.
Os representantes sinalizaram ao secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis, o interesse de fortalecer as ações e parcerias com a Sema, ressaltando a eficácia da execução do Projeto Cerrado, o que levou o Banco Mundial a consolidar o interesse para novas cooperações e projetos com a Sema.
De acordo com o titular da pasta, foi gratificante receber o retorno do Banco Mundial. “Fiquei muito feliz em saber do sucesso da equipe técnica da Secretaria no Projeto Cerrado. Estamos disponíveis para receber novos projetos e convênios com a instituição e desenvolver novas ações para o reforço ao meio ambiente no nosso estado”.
O projeto está dividido em dois componentes: regularização ambiental rural e prevenção e combate a incêndios florestais. Os municípios alvo foram selecionados com base nos índices de perda de vegetação nativa, percentual de vegetação remanescente e ainda pela capacidade de gestão e a existência de áreas protegidas. São eles: Formosa do Rio Preto, São Desidério, Riachão das Neves, Luis Eduardo Magalhães, Barreiras, Correntina, Jaborandi e Cocos.
Na oportunidade, foram apresentadas as ações desenvolvidas em 2015/2016, como cursos para brigadistas voluntários, cursos de peritos e oficinas de prevenção em incêndios florestais, oficinas de coletas de sementes e restauração de áreas degradadas e mapeamento de experiências socioambientais. O projeto também atende os pequenos proprietários e possuidores de terra do Oeste para inclusão no Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir), que contemplou 14.587 propriedades rurais familiares.
A gerente de projetos do Banco Mundial, Bernadete Lange, parabenizou a equipe técnica da Sema pela execução do projeto. "Mesmo sendo um recurso de doação não é um recurso de graça. Existe uma contrapartida institucional muito grande que é justamente colocar as equipes para viabilizar a execução. Por isso, os técnicos estão de parabéns pela dedicação ao projeto".
Para 2017, foram apresentadas ações como a implantação de ações estratégicas de revitalização em 13 microbacias (restauração florestal, barragens, barraginhas e manejo do solo e água), novos 14.058 cadastros CEFIR, o apoio ao desenvolvimento de modelo de governança e levantamento de pontos de apoio e ativos ambientais no municípios do projeto; oito oficinas de práticas alternativas ao uso do fogo, Caravana Bahia Sem Fogo Oeste e restauração de áreas degradadas, realização de intercâmbio das experiências de práticas alternativas do fogo.
De acordo com o superintendente de Estudos e Pesquisas da Sema, Luiz Antonio Ferraro, "foram selecionadas as bacias que, além de uma adesão forte das comunidades, possuem também indicadores ambientais que potencializam efeito e uma percepção social bastante significativa. Por isso, ao trabalhar todas essas ações nas microbacias junto aos agricultores, vamos gerar para alguns municípios uma experiência muito instigante e replicável".
Outra pauta discutida foi o projeto Bahia Produtiva, que é uma ação do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), voltada para financiar subprojetos de inclusão produtiva, socioambientais e de qualidade de vida, de interesse das comunidades mais pobres da Bahia. Para o coordenador do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Gregor Woll, "é muito importante a articulação entre a área de meio ambiente e desenvolvimento rural nas ações do Programa Bahia Produtiva".
O projeto é fruto do acordo de doação firmado entre o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), braço do Banco Mundial, e a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), com o aporte de recursos provenientes do Fundo Fiduciário de Mitigação das Mudanças Climáticas no Cerrado Brasileiro, constituído por meio de doação do Department for Environment, Food and Rural Affairs (DEFRA), órgão do Reino Unido.
Os representantes sinalizaram ao secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis, o interesse de fortalecer as ações e parcerias com a Sema, ressaltando a eficácia da execução do Projeto Cerrado, o que levou o Banco Mundial a consolidar o interesse para novas cooperações e projetos com a Sema.
De acordo com o titular da pasta, foi gratificante receber o retorno do Banco Mundial. “Fiquei muito feliz em saber do sucesso da equipe técnica da Secretaria no Projeto Cerrado. Estamos disponíveis para receber novos projetos e convênios com a instituição e desenvolver novas ações para o reforço ao meio ambiente no nosso estado”.
O projeto está dividido em dois componentes: regularização ambiental rural e prevenção e combate a incêndios florestais. Os municípios alvo foram selecionados com base nos índices de perda de vegetação nativa, percentual de vegetação remanescente e ainda pela capacidade de gestão e a existência de áreas protegidas. São eles: Formosa do Rio Preto, São Desidério, Riachão das Neves, Luis Eduardo Magalhães, Barreiras, Correntina, Jaborandi e Cocos.
Na oportunidade, foram apresentadas as ações desenvolvidas em 2015/2016, como cursos para brigadistas voluntários, cursos de peritos e oficinas de prevenção em incêndios florestais, oficinas de coletas de sementes e restauração de áreas degradadas e mapeamento de experiências socioambientais. O projeto também atende os pequenos proprietários e possuidores de terra do Oeste para inclusão no Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir), que contemplou 14.587 propriedades rurais familiares.
A gerente de projetos do Banco Mundial, Bernadete Lange, parabenizou a equipe técnica da Sema pela execução do projeto. "Mesmo sendo um recurso de doação não é um recurso de graça. Existe uma contrapartida institucional muito grande que é justamente colocar as equipes para viabilizar a execução. Por isso, os técnicos estão de parabéns pela dedicação ao projeto".
Para 2017, foram apresentadas ações como a implantação de ações estratégicas de revitalização em 13 microbacias (restauração florestal, barragens, barraginhas e manejo do solo e água), novos 14.058 cadastros CEFIR, o apoio ao desenvolvimento de modelo de governança e levantamento de pontos de apoio e ativos ambientais no municípios do projeto; oito oficinas de práticas alternativas ao uso do fogo, Caravana Bahia Sem Fogo Oeste e restauração de áreas degradadas, realização de intercâmbio das experiências de práticas alternativas do fogo.
De acordo com o superintendente de Estudos e Pesquisas da Sema, Luiz Antonio Ferraro, "foram selecionadas as bacias que, além de uma adesão forte das comunidades, possuem também indicadores ambientais que potencializam efeito e uma percepção social bastante significativa. Por isso, ao trabalhar todas essas ações nas microbacias junto aos agricultores, vamos gerar para alguns municípios uma experiência muito instigante e replicável".
Outra pauta discutida foi o projeto Bahia Produtiva, que é uma ação do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), voltada para financiar subprojetos de inclusão produtiva, socioambientais e de qualidade de vida, de interesse das comunidades mais pobres da Bahia. Para o coordenador do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Gregor Woll, "é muito importante a articulação entre a área de meio ambiente e desenvolvimento rural nas ações do Programa Bahia Produtiva".