21/10/2016
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) sediou na manhã do dia 21/10, reunião sobre o Programa de Revitalização da Bacia do Rio São Francisco. O encontro contou com a participação de representantes da Sema e demais órgãos estaduais que compõem o grupo de trabalho do Programa – Casa Civil, SIHS, Embasa, Cerb, Sedur e Inema, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) e membros de comitês de bacias baianos, Paso, Verde-Jacaré, Sobradinho, Salitre e Itapicuru.
Na abertura dos trabalhos, o gerente de projeto do MMA, Henrique Veiga, apresentou as principais linhas de ações do Programa que são a recuperação de nascentes, o controle de processos erosivos e recuperação de áreas degradadas, a educação ambiental, o saneamento básico, a modernização da irrigação, o apoio à produção sustentável e a fiscalização ambiental integrada.
O Superintendente de Estudos e Pesquisas Ambientais (SEP) da Sema, Luiz Ferraro, falou sobre os trabalhos realizados pelo Grupo de Trabalho criado pelo Governo da Bahia para tratar sobre o tema. “Estamos na etapa de sistematização das demandas e intervenções na bacia do São Francisco apresentadas por cada secretaria. É preciso pensar em propostas de fortalecimento da gestão de recursos hídricos, bem como na transversalização das ações com as demais políticas públicas. Serão necessárias ações para fazer convergir o desenvolvimento agrícola para a sustentabilidade da bacia. Fazem-se necessários investimentos em assistência técnica, educação ambiental, tecnologias e práticas que possam, a médio e longo prazo, reverter os impactos ao meio ambiente e recursos hídricos”, destacou.
De acordo com o gerente de Projeto do MMA, Renato Saraiva, o programa visa preservar, recuperar e assegurar a oferta de água de qualidade na bacia do São Francisco. “O Ministério promove estes encontros com as instituições de cada estado, para apresentar as diretrizes do Programa e construir, junto com os Estados e os comitês de bacias, estratégias e um plano de ações de revitalização da bacia do Rio São Francisco e seus afluentes”, explicou.
Para o superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Edison Ribeiro, este é um momento que representantes dos governos estadual e federal e dos comitês de bacias, passam a integrar, de maneira conjunta, os debates sobre a revitalização do Velho Chico. “Com isso, será possível aproximar os entes que atuam na bacia, com o propósito de elaborar um plano de ações e estratégias regionais para as bacias dos rios baianos que são afluentes do Velho Chico”.
O Programa objetiva promover a recuperação do maior rio totalmente brasileiro e de seus afluentes. Por meio de ações permanentes e integradas de preservação, conservação e recuperação ambiental, o programa pretende aumentar a quantidade de água no curso do rio e melhorar a qualidade do produto destinado a inúmeros usos, como abastecimento humano, consumo animal, irrigação de plantações, entre outros.
Entusiasta na luta pela preservação do meio ambiente, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre, Manoel Ailton, alertou para a necessidade de investimentos para a preservação dos biomas. “Minha contribuição como representante de uma bacia altamente impactada pelo desmatamento e intervenções públicas equivocadas, é um apelo para a preservação dos biomas, com destaque para a Caatinga.
Representando o CBHSF, Almacks Luiz, destacou ser essencial que os trabalhos realizados no âmbito da Bahia tenham a participação efetiva dos membros dos comitês. “Este é um programa que nasce da reivindicação dos comitês e é preciso, para ser efetivo, a participação da sociedade civil nos debates e definição das prioridades”.
Plano Novo Chico
O Plano Novo Chico atuará em diversas frentes para ampliar a quantidade e melhorar a qualidade da água do rio São Francisco destinada a usos múltiplos como abastecimento humano, consumo animal, irrigação e atividades industriais. O Plano contempla ações ambientais para busca de um ambiente sustentável e vai beneficiar 16,5 milhões de pessoas em seis estados.
Na abertura dos trabalhos, o gerente de projeto do MMA, Henrique Veiga, apresentou as principais linhas de ações do Programa que são a recuperação de nascentes, o controle de processos erosivos e recuperação de áreas degradadas, a educação ambiental, o saneamento básico, a modernização da irrigação, o apoio à produção sustentável e a fiscalização ambiental integrada.
O Superintendente de Estudos e Pesquisas Ambientais (SEP) da Sema, Luiz Ferraro, falou sobre os trabalhos realizados pelo Grupo de Trabalho criado pelo Governo da Bahia para tratar sobre o tema. “Estamos na etapa de sistematização das demandas e intervenções na bacia do São Francisco apresentadas por cada secretaria. É preciso pensar em propostas de fortalecimento da gestão de recursos hídricos, bem como na transversalização das ações com as demais políticas públicas. Serão necessárias ações para fazer convergir o desenvolvimento agrícola para a sustentabilidade da bacia. Fazem-se necessários investimentos em assistência técnica, educação ambiental, tecnologias e práticas que possam, a médio e longo prazo, reverter os impactos ao meio ambiente e recursos hídricos”, destacou.
De acordo com o gerente de Projeto do MMA, Renato Saraiva, o programa visa preservar, recuperar e assegurar a oferta de água de qualidade na bacia do São Francisco. “O Ministério promove estes encontros com as instituições de cada estado, para apresentar as diretrizes do Programa e construir, junto com os Estados e os comitês de bacias, estratégias e um plano de ações de revitalização da bacia do Rio São Francisco e seus afluentes”, explicou.
Para o superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Edison Ribeiro, este é um momento que representantes dos governos estadual e federal e dos comitês de bacias, passam a integrar, de maneira conjunta, os debates sobre a revitalização do Velho Chico. “Com isso, será possível aproximar os entes que atuam na bacia, com o propósito de elaborar um plano de ações e estratégias regionais para as bacias dos rios baianos que são afluentes do Velho Chico”.
O Programa objetiva promover a recuperação do maior rio totalmente brasileiro e de seus afluentes. Por meio de ações permanentes e integradas de preservação, conservação e recuperação ambiental, o programa pretende aumentar a quantidade de água no curso do rio e melhorar a qualidade do produto destinado a inúmeros usos, como abastecimento humano, consumo animal, irrigação de plantações, entre outros.
Entusiasta na luta pela preservação do meio ambiente, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre, Manoel Ailton, alertou para a necessidade de investimentos para a preservação dos biomas. “Minha contribuição como representante de uma bacia altamente impactada pelo desmatamento e intervenções públicas equivocadas, é um apelo para a preservação dos biomas, com destaque para a Caatinga.
Representando o CBHSF, Almacks Luiz, destacou ser essencial que os trabalhos realizados no âmbito da Bahia tenham a participação efetiva dos membros dos comitês. “Este é um programa que nasce da reivindicação dos comitês e é preciso, para ser efetivo, a participação da sociedade civil nos debates e definição das prioridades”.
Plano Novo Chico
O Plano Novo Chico atuará em diversas frentes para ampliar a quantidade e melhorar a qualidade da água do rio São Francisco destinada a usos múltiplos como abastecimento humano, consumo animal, irrigação e atividades industriais. O Plano contempla ações ambientais para busca de um ambiente sustentável e vai beneficiar 16,5 milhões de pessoas em seis estados.