04.05.2012 - O seminário Diálogos Federativos Rumo à Rio+20, que está acontecendo em Brasília, conta com a presença do Governo do Estado, por meio das secretarias estaduais de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), do Meio Ambiente (Sema) e do Planejamento (Seplan), além do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Codes), órgão vinculado a Secretaria de Relações Institucionais.
O evento, promovido pelos Ministérios das Relações Institucionais e do Meio Ambiente, tem o objetivo de colher sugestões e reunir iniciativas sobre os temas da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. A atividade envolve secretarias de planejamento, meio ambiente e da área social de todos os estados brasileiros, buscando a transversalidade, fundamental para a construção de um novo modelo de desenvolvimento, pautado na inclusão social, na proteção ambiental e no crescimento econômico, os três pilares da sustentabilidade.
Para dar suporte às discussões, foram mapeadas e analisadas iniciativas da economia verde com inclusão social, promovidas pelos governos a partir dos biomas continentais brasileiros. A Bahia tem destaque especial por possuir em seu território três tipos de bioma - a caatinga, o cerrado e a mata atlântica.
Espaço geográfico
Esta análise “é fundamental para gerar informações que apoiem a elaboração de políticas públicas voltadas a articular o conjunto de seres que habitam em um determinado espaço geográfico, com clima e vegetação semelhantes, e, assim, possibilitar uma percepção de aspectos determinantes de cada realidade", afirma o coordenador executivo do Codes, Edson Valadares.
Para a secretária em exercício do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Mara Moraes, "o evento fortalece a compreensão de que a erradicação da pobreza é inadiável e fator de grande relevância para a consolidação do desenvolvimento sustentável com equidade social".
O diretor de Educação Ambiental da Sema, Luis Ferraro, afirma que os Diálogos Federativos acontecem “em boa hora, a fim de facilitar articulações entre União, Estados e Municípios para o desenvolvimento da governança nacional, voltada à sustentabilidade. Não há governança ambiental global sem governança ambiental em todos os níveis federativos".
Fonte: Secom