02/03/2017
Técnicos do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), autarquia da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), realizaram uma vistoria técnica, na manhã desta quarta-feira (02), em área de Mata Atlântica localizada na Travessa Alto do Mandú, situada atrás do Condomínio Horto São Rafael, Bairro São Marcos. O local, também vistoriado pelo Secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, na manhã de ontem (01), foi alvo de degradação ambiental com destruição de remanescente de Mata Atlântica e assoreamento de nascente, entre os dias 25 e 28 de fevereiro, período de Carnaval. A ação clandestina foi denunciada pelos moradores da região.
"A área possui remanescente da mata atlântica em estágio médio de regeneração e uma nascente, que foi assoreada pelas atividades de terraplenagem. O proprietário e o responsável pela ação ainda não foram identificados. Entre as medidas a serem adotadas, o infrator poderá ser notificado a apresentar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)", informou o secretário Geraldo Reis. Também foi verificado no local, a erradicação de vegetação nativa pela ação dos tratores. Segundo Reis, não há licenciamento ambiental para nenhuma intervenção naquela área, nem do Inema, nem da Prefeitura Municipal, conforme informado pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom).
Entenda o caso - No último sábado, 25 de fevereiro, moradores do Bairro São Marcos denunciaram a ação de obras clandestinas na Área de Preservação Permanente. Os moradores acionaram a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental - COPPA, que esteve no local no sábado (26). Entretanto, mesmo com a intervenção da COPPA, as atividades de desmatamento, com efetiva degradação ambiental e destruição de remanescentes da mata atlântica, continuaram no local.
Na terça-feira, (28), órgãos da Prefeitura de Salvador, em companhia da Polícia Militar, flagraram equipamentos e veículos em atividade no local. A Sucom lavrou Auto de Infração de Embargo e Notificação em nome do Sr. Julio César Deodato de Souza, identificado como um dos operadores das máquinas que havia no local. Desde então a obra encontra-se paralisada e não há informações precisas sobre o responsável pela mesma.
"A área possui remanescente da mata atlântica em estágio médio de regeneração e uma nascente, que foi assoreada pelas atividades de terraplenagem. O proprietário e o responsável pela ação ainda não foram identificados. Entre as medidas a serem adotadas, o infrator poderá ser notificado a apresentar um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)", informou o secretário Geraldo Reis. Também foi verificado no local, a erradicação de vegetação nativa pela ação dos tratores. Segundo Reis, não há licenciamento ambiental para nenhuma intervenção naquela área, nem do Inema, nem da Prefeitura Municipal, conforme informado pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom).
Entenda o caso - No último sábado, 25 de fevereiro, moradores do Bairro São Marcos denunciaram a ação de obras clandestinas na Área de Preservação Permanente. Os moradores acionaram a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental - COPPA, que esteve no local no sábado (26). Entretanto, mesmo com a intervenção da COPPA, as atividades de desmatamento, com efetiva degradação ambiental e destruição de remanescentes da mata atlântica, continuaram no local.
Na terça-feira, (28), órgãos da Prefeitura de Salvador, em companhia da Polícia Militar, flagraram equipamentos e veículos em atividade no local. A Sucom lavrou Auto de Infração de Embargo e Notificação em nome do Sr. Julio César Deodato de Souza, identificado como um dos operadores das máquinas que havia no local. Desde então a obra encontra-se paralisada e não há informações precisas sobre o responsável pela mesma.